CONDENAÇÃO: homem é preso no interior do Amapá por estupro de vulnerável contra sobrinha

Segundo a Polícia Civil, vítima tinha 5 anos quando os abusos teriam começado e só revelou o caso ao pai aos 9; condenado cumprirá 12 anos de prisão
Redação Imediato Online
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Um homem de 56 anos foi preso no interior do Amapá após a Polícia Civil cumprir um mandado de prisão expedido pela Justiça. Ele foi condenado a 12 anos de reclusão, em regime fechado, pelo crime de estupro de vulnerável contra a própria sobrinha.

A prisão foi realizada pela equipe da Delegacia de Polícia de Porto Grande, sob coordenação do delegado Felipe Rodrigues.

Segundo as informações divulgadas sobre o caso, o homem é irmão do pai da vítima e teria se aproveitado da relação de confiança existente dentro da família para cometer os abusos.

Abusos aconteciam na casa dos avós
De acordo com a investigação, os pais da criança trabalhavam e, durante o expediente, ela ficava sob os cuidados dos avós.

Foi nesse contexto, segundo a Polícia Civil, que o tio teria aproveitado os momentos em que havia menor vigilância para cometer os abusos contra a menina, que tinha apenas 5 anos de idade.

Os crimes teriam ocorrido de forma reiterada no ambiente familiar.

A situação permaneceu em segredo durante anos. A vítima somente contou ao pai o que havia acontecido quando tinha 9 anos de idade.

Caso terminou em condenação
Após a revelação feita pela criança, o caso foi comunicado às autoridades e deu origem a uma investigação policial e posteriormente a uma ação penal.

O homem acabou condenado a 12 anos de prisão em regime fechado pelo crime de estupro de vulnerável.

Com a expedição do mandado de prisão pela Justiça, policiais realizaram diligências para localizar o condenado.

Ele foi encontrado pela equipe da Delegacia de Porto Grande e preso.

Condenado foi levado ao sistema prisional
Depois dos procedimentos realizados na delegacia, o homem foi encaminhado ao sistema prisional, onde deverá iniciar o cumprimento da pena determinada pela Justiça.

O caso chama atenção para a importância da rede de proteção de crianças e adolescentes, especialmente em situações de violência cometidas dentro do próprio ambiente familiar, onde a relação de confiança pode dificultar a descoberta dos abusos.

 

 

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