VEJA IMAGENS: Corpo de homem morto a tiros por idoso é removido após crime no Novo Aleixo

Corpo de Carlos Bruno, de 35 anos, foi removido do Hospital João Lúcio após morrer baleado durante uma discussão com um idoso de 75 anos. O suspeito foi preso em flagrante.
Redação Imediato Online
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O corpo de Carlos Bruno da Silva Tavares, de 35 anos, foi removido na noite desta terça-feira (27) do Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, na zona leste de Manaus, após a vítima morrer em decorrência de disparos de arma de fogo. O crime ocorreu durante uma discussão na rua Laurinda Marinho, no bairro Novo Aleixo, zona norte da capital.

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A remoção foi realizada por uma equipe do Instituto Médico Legal (IML), que encaminhou o corpo à sede do órgão para a realização do exame de necropsia. Familiares de Carlos Bruno acompanharam o procedimento no hospital, em meio à comoção provocada pela morte.

De acordo com informações preliminares, Carlos Bruno foi baleado durante um desentendimento com um idoso de 75 anos. Após a discussão, a vítima teria se afastado do suspeito, momento em que os disparos foram efetuados.

Carlos Bruno recebeu os primeiros atendimentos ainda no local e foi levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital João Lúcio. Apesar dos esforços médicos, ele não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu horas depois de dar entrada na unidade hospitalar.

Após o ocorrido, moradores da região ficaram revoltados e teriam ameaçado agredir o suspeito. Segundo as informações preliminares, o idoso permaneceu dentro de casa até a chegada da Polícia Militar.

Policiais da 27ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) realizaram a prisão em flagrante. A arma de fogo que estaria relacionada ao crime foi apreendida e apresentada inicialmente no 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

Com a confirmação da morte da vítima, o caso passou a ser investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

A motivação da discussão ainda não foi oficialmente esclarecida. Informações iniciais sobre as circunstâncias do desentendimento apresentam versões que ainda precisam ser apuradas pela Polícia Civil do Amazonas.

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