VIOLÊNCIA: homem é preso após invadir casa e atacar ex-companheira em Santana

Francisco Nascimento Costa, de 35 anos, havia sido detido por suspeita de tentativa de homicídio contra o próprio cunhado; circunstâncias da morte serão investigadas
Redação Imediato Online
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Uma madrugada de violência terminou com a prisão preventiva de um homem investigado por tentativa de feminicídio contra a ex-companheira, em Santana, no Amapá. O ataque aconteceu no dia 2 de julho, mas a prisão foi cumprida nesta sexta-feira (22), em uma residência localizada em uma área de ponte no bairro Provedor II.

Segundo a investigação, o suspeito estava sob efeito de bebidas alcoólicas quando invadiu a casa da vítima, de 21 anos, por volta das 4h. Ele teria entrado no quarto da ex-companheira armado com uma faca e feito ameaças de morte.

A mulher conseguiu escapar dos primeiros golpes, mas, conforme o relato da investigação, foi novamente atacada. O suspeito teria empurrado a vítima sobre a cama, dado um soco no rosto e utilizado esganadura e um alicate de unha durante as agressões. Ela sofreu ferimentos considerados superficiais.

Prisão preventiva
As investigações apontaram que o ataque teria sido motivado pela inconformidade do suspeito com o fim do relacionamento.

Diante da gravidade do caso e da avaliação de que havia risco à integridade da vítima, foi solicitada a prisão preventiva. A ordem judicial foi cumprida em uma residência no bairro Provedor II.

Após a prisão, o investigado foi levado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Santana, passou por audiência de custódia e foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

Caso é investigado como tentativa de feminicídio
A investigação trata o episódio como tentativa de feminicídio, considerando o contexto de violência contra a ex-companheira e as circunstâncias do ataque.

O caso chama atenção também pela invasão da residência e pela sequência de agressões relatadas pela vítima, que teria sido atacada dentro do próprio quarto durante a madrugada.

A prisão preventiva não representa condenação. O investigado ainda responderá ao processo e terá o direito à defesa e ao contraditório.

 

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