Crateras se abrem em calçadas próximas a o Studio 5 e revelam rua oca em Manaus

Crateras se abrem em calçadas de Manaus, revelando risco iminente para pedestres e motoristas.
Redação Imediato Online
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Manaus – Avenidas movimentadas, calçadas cedendo e buracos cada vez maiores. Essa é a realidade que pedestres e motoristas enfrentam na Avenida Rodrigo Otávio, na zona sul da capital amazonense. A situação tem gerado preocupação, especialmente no trecho próximo ao shopping Estúdio 5, onde parte da calçada desmoronou, revelando o solo oco sob a via.

A reportagem do Imediato esteve no local e constatou que toda a região apresenta sinais de desgaste, com rachaduras visíveis no asfalto e pontos de afundamento que podem ceder a qualquer momento. Os pedestres que circulam pelo trecho enfrentam dificuldades para transitar, e motoristas precisam redobrar a atenção para evitar acidentes.

Risco iminente

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Durante a visita ao local, a equipe do Imediato registrou a preocupação dos moradores e trabalhadores da região. “É um perigo constante. Quem passa por aqui corre o risco de cair em um buraco a qualquer momento”, relatou um comerciante que preferiu não se identificar.

Outro ponto alarmante é que veículos de grande porte, como ônibus e caminhões, continuam transitando pelo local, aumentando o risco de um possível desabamento maior. “Se um ônibus cair aqui, vai ser um desastre. A prefeitura precisa agir rápido antes que algo pior aconteça”, alertou um motorista de aplicativo que frequentemente passa pela região.

Negligência do poder público

A falta de manutenção na infraestrutura viária tem sido motivo de constantes reclamações por parte da população. Nas redes sociais, vários moradores se manifestaram sobre a situação precária das ruas e calçadas de Manaus. “A cidade inteira está cheia de buracos. Parece que estamos vivendo em um queijo suíço”, comentou um internauta.

Na última inauguração de um parque, a primeira-dama de Manaus declarou que “a cidade está avançando”, mas os moradores questionam: avançando para onde? “Talvez na Ponta Negra tudo esteja bem, mas e o restante da cidade? Quem depende dessas vias para trabalhar e estudar não pode ser ignorado”, afirmou uma moradora.

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