Moradores pedem providências urgentes para igarapé na comunidade Nossa Senhora de Fátima 2

Moradores denunciam alagamentos recorrentes causados por igarapé e pedem providências urgentes da prefeitura em Manaus.
Redação Imediato Online
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MANAUS-AM | Na manhã deste sábado (8), moradores fizeram um apelo para alertar sobre a situação crítica que enfrentam devido a alagamentos provocados pelo Igarapé próximo à Rua Efraim, na comunidade Nossa Senhora de Fátima 2, bairro Cidade de Deus, zona Norte de Manaus. A cada chuva forte, a água do igarapé transborda, invadindo as residências e causando grandes transtornos para os moradores.

O presidente da comunidade, Seu Batista, relatou à equipe de reportagem do site Imediato que o problema é recorrente e persiste há anos, sem que as autoridades competentes tomem providências eficazes. Ele destacou a falta de ações concretas por parte da Prefeitura de Manaus, que, segundo ele, nunca respondeu aos pedidos de ajuda da comunidade. “O bairro vai fazer 37 anos e até hoje ninguém se pronunciou. Passaram quatro anos, o prefeito não colocou um metro de asfalto aqui, e o problema do Igarapé continua sem solução”, afirmou.

Seu Batista ressaltou que, além das inundações, o descaso com a infraestrutura do bairro é um problema constante. “O que precisa é de uma máquina para dragar o Igarapé e resolver a situação de vez. Mas, todo ano, a gente pede ajuda e nada acontece”, declarou o líder comunitário.

Em seu apelo, o presidente da comunidade também fez questão de ressaltar a proximidade do Distrito de Obras da Prefeitura de Manaus, localizado a poucos metros da comunidade, e questionou o motivo da demora nas ações. “A gente vai até lá a pé, é tão perto, mas nunca tem material, nunca há solução”, completou.

O apelo foi estendido ao prefeito David Almeida, que, segundo os moradores, foi bem votado no bairro nas últimas eleições. “Prefeito, acorda, pelo amor de Deus. O senhor foi bem votado aqui e não pode esquecer da comunidade”, concluiu Seu Batista. Ele também criticou a falta de transparência e a dificuldade de comunicação com a gestão pública, afirmando que, mesmo com ofícios e solicitações, nunca obteve respostas satisfatórias.

Foto: Imediato

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