O coordenador-geral da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Rogério Marinho, criticou neste domingo (25) a decisão de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a prorrogação do horário de encerramento da votação do segundo turno das eleições de 2026.
Em declaração, Marinho classificou a decisão como “vergonhosa e intempestiva” e questionou o momento em que a medida foi tomada. Segundo ele, a determinação teria sido anunciada após o horário previsto para o encerramento da votação.
O coordenador também acusou a decisão de tentar tumultuar o processo eleitoral e afirmou que o grupo adversário já teria perdido nas urnas.
“Decisão vergonhosa e intempestiva de um ministro do STF que era advogado do atual presidente, que toma decisão às 17 horas e um minuto após o encerramento das eleições. Ação inexequível para tumultuar o processo de uma eleição que eles já perderam no voto”, declarou.
Na sequência, Marinho criticou o que considera uma postura contraditória do Partido dos Trabalhadores (PT) diante dos resultados eleitorais.
“Eleição para o PT é aquela que eles ganham, quando eles perdem é ditadura. Lamentável”, afirmou.

A decisão judicial determinou a prorrogação do horário de votação no segundo turno das eleições de 2026. A medida provocou reações no meio político, incluindo as críticas feitas por Rogério Marinho.
As acusações de que a decisão teria como objetivo tumultuar o processo eleitoral foram feitas pelo coordenador da campanha e não constituem, por si só, comprovação de irregularidade ou de intenção por parte do ministro.
O caso ocorre em meio à disputa eleitoral para a Presidência da República e ao governo do Amazonas, com a atenção voltada para os desdobramentos do segundo turno.