ARROCHADORES NO PORTO: três PMs são presos suspeitos de extorquir traficantes em Manaus; VEJA VÍDEO

A ocorrência ainda está em andamento e os detalhes sobre as circunstâncias das prisões, os materiais apreendidos e os possíveis crimes atribuídos aos envolvidos deverão ser divulgados oficialmente pela Polícia Civil.
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Três policiais militares foram presos em flagrante no final da tarde desta terça-feira (23), durante uma ação do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), no Porto de Manaus. Eles são suspeitos de envolvimento em um esquema de extorsão contra traficantes.

Os policiais foram identificados como Reginaldo Costa Maciel, Geovane da Silva Cruz e Kelliton Bispo da Silva. Segundo as informações preliminares, os agentes estariam praticando o chamado “arrocho”, termo usado informalmente para se referir à extorsão.

Durante a ocorrência, os investigadores apreenderam veículos, armas, munições e material entorpecente. Em uma das picapes apreendidas foram encontrados armamentos e drogas, além de outros materiais que deverão ser analisados durante a investigação.

A suspeita é de que os policiais estariam abordando e extorquindo traficantes que chegavam a Manaus vindos do interior do Amazonas. A dinâmica do suposto esquema e a participação de cada um dos presos ainda deverão ser esclarecidas pela investigação.

VEJA:

Entre os detidos está Geovane da Silva Cruz, que, segundo informações preliminares recebidas pelo Imediato, seria policial militar lotado no Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM).

Os três suspeitos foram conduzidos e permanecem sob custódia da Polícia Civil. O caso está sendo investigado pelo DRCO, que deverá apresentar mais informações sobre a operação.

VEJA:

A ocorrência ainda está em andamento e os detalhes sobre as circunstâncias das prisões, os materiais apreendidos e os possíveis crimes atribuídos aos envolvidos deverão ser divulgados oficialmente pela Polícia Civil.

O Imediato Online aguarda um posicionamento da Polícia Militar do Amazonas sobre o caso e mantém espaço aberto para manifestação da corporação e dos envolvidos.

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