PROTEÇÃO: denúncia feita por criança leva à prisão de suspeito em Macapá

Revelação ocorreu em um projeto social e acionou a rede de proteção. Polícia Civil investigou o caso e cumpriu mandado de prisão preventiva no bairro Boné Azul.
Redação Imediato Online
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Uma denúncia feita por uma criança de aproximadamente 7 anos foi fundamental para que a Polícia Civil do Amapá investigasse um caso de estupro de vulnerável em Macapá. A revelação foi acolhida por profissionais de um projeto social, que acionaram os órgãos responsáveis e permitiram o início do atendimento pela rede de proteção.

A partir da comunicação, equipes da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Praticados Contra Crianças e Adolescentes (DERCCA) realizaram diligências, ouviram testemunhas e reuniram documentos técnicos, exames periciais e outros elementos relacionados à investigação.

Com base nas informações reunidas, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado. A ordem foi autorizada pela Justiça e cumprida por volta das 9h40 desta sexta-feira (7), no bairro Boné Azul, em Macapá.

O suspeito tinha 49 anos à época dos fatos, segundo a Polícia Civil. A prisão ocorreu sem intercorrências e o investigado foi encaminhado para os procedimentos legais. Ele permanece à disposição da Justiça.

Rede de proteção
Para a Polícia Civil, a atuação dos profissionais do projeto social foi decisiva para que a situação chegasse ao conhecimento das autoridades. O delegado adjunto Raphael Paulino, que coordenou a ação, destacou a importância do acolhimento adequado diante de uma revelação envolvendo uma criança.

A investigação também contou com a participação de diferentes profissionais e etapas técnicas, com o objetivo de reunir elementos para esclarecer os fatos e garantir a proteção da vítima.

A DERCCA reforça que a atenção de familiares, profissionais e da sociedade pode ser determinante para interromper situações de violência contra crianças e adolescentes. Em casos dessa natureza, a orientação é procurar imediatamente os órgãos da rede de proteção e as autoridades competentes.

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