AMAZONAS | O delegado da Polícia Civil do Amazonas, Adilson Oliveira, titular da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Parintins (distante 369 quilômetros em linha reta da capital) falou sobre a prisão de suspeitos de participarem de uma manifestação que acabou destruindo a delegacia do município de Barreirinha no domingo (20).
De acordo com o delegado, foi efetuado o cumprimento de diversos mandados de prisão concedidos pela Justiça para que houvesse resposta imediata para o ato que destruiu a DIP. “Para os que fugiram, os mandados continuam em aberto. A Polícia Civil não vai parar ate colocar todos eles atrás das grades”, ressaltou Oliveira.
“Os procedimentos foram tomados e tudo será apurado, inclusive tanto os disparos da delegacia para fora quanto de fora da delegacia para dentro. A vidraça da delegacia foi quebrada e os policiais ficaram acuados, tendo que se defender”, exemplificou a autoridade policial.
Conforme o titular, sete pessoas estão sendo conduzidas à Parintins e um está em uma unidade hospitalar acompanhado de escolta da polícia. Para não atrapalhar o andamento das investigações, o número total de envolvidos não foi divulgado.
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ENTENDA O CASO
A Polícia Civil prendeu em flagrante um homem, de idade não revelada, que foi acusado de estuprar e assassinar uma criança de 1 ano e cinco meses, na Comunidade Terra Preta do Limão, no município de Barreirinha. O caso aconteceu no dia 20 de dezembro deste ano.
Horas depois do ocorrido, populares se revoltaram com a situação e, na tentativa de tirar o homem de dentro da unidade Policial atearam fogo em duas viaturas policiais e depredaram a delegacia onde se encontrava o meliante. Duas pessoas, identificadas como Otávio Gabriel, de 20 anos, e Roniel Viana, de 26 anos, morreram durante a manifestação.
Ainda de acordo com nota da PC-AM, o fogo foi rapidamente controlado e as investigações a cerca do ocorrido estão em andamento.
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