Uma casa improvisada, com tábuas soltas e pouca proteção contra a chuva, é o lar de uma moradora que vive há quase dez anos em condições precárias. A mulher mora com o filho, que é pessoa com deficiência (PCD), e espera uma solução para deixar a residência, onde teme pela segurança da família.
A moradora vive desde 2016 em um imóvel localizado na Rua Goiânia, ao lado de uma lagoa, no bairro Nova Cidade, em Boa Vista. Ela procurou a equipe de reportagem para mostrar a situação da casa e pedir providências das autoridades responsáveis pela política habitacional.
Segundo ela, a inscrição no programa Minha Casa, Minha Vida já resultou na contemplação para receber uma moradia. No entanto, a mulher afirma que ainda não foi convocada para dar continuidade ao processo e segue sem uma previsão de quando poderá deixar o local.
A estrutura da residência é um dos principais motivos de preocupação. Construída com tábuas improvisadas, a casa apresenta partes soltas, que podem aumentar o risco de acidentes. Durante o período chuvoso, a situação fica ainda mais difícil, pois a água entra no imóvel.
Sem condições financeiras para alugar outra casa ou se mudar para um lugar mais seguro, a moradora continua enfrentando os problemas da estrutura. A preocupação também envolve o bem-estar do filho, que precisa de um ambiente adequado e seguro.
Diante das dificuldades, ela pede que os órgãos responsáveis avaliem a situação e deem uma resposta sobre a convocação para o programa habitacional. A expectativa é conseguir uma moradia que ofereça mais segurança e condições dignas para a família.
O caso chama a atenção para as dificuldades enfrentadas por famílias em situação de vulnerabilidade social que dependem de programas habitacionais para ter acesso à casa própria, especialmente quando há pessoas com deficiência entre os moradores.