Memória e afeto: Exposição fotográfica transforma histórias de perda em acolhimento e amor

Evento gratuito reúne fotografias, música, teatro e atividades audiovisuais nesta sexta-feira (16), no CAF, para dar visibilidade ao luto materno e familiar e fortalecer o acolhimento de famílias que perderam filhos.
Redação Imediato Online
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A exposição fotográfica “Mesmo que breve” será realizada nesta sexta-feira (16), das 9h às 18h, no auditório do Centro Amazônico de Fronteiras (CAF), da Universidade Federal de Roraima (UFRR), em Boa Vista. Com entrada gratuita, o evento propõe um espaço de memória, acolhimento e reflexão sobre a perda de crianças e o luto vivido por suas famílias.

Idealizada pela médica e escritora Jade Forechi e pela dentista e fotógrafa Yasmin Denizard, a iniciativa busca dar visibilidade às histórias de crianças que morreram precocemente, além de ampliar o debate sobre o luto materno e familiar e a importância de um atendimento humanizado na área da saúde.

A programação reúne fotografias, apresentações musicais, dança, teatro e produções audiovisuais. Um dos destaques é a narrativa “Eles Estiveram Aqui”, que apresenta imagens, vozes e lembranças de famílias acompanhadas pelo projeto Filhos Invisíveis.
Às 16h30, as idealizadoras conduzem a conferência “A Última Memória”, com encerramento previsto para as 17h30. A atividade propõe uma reflexão sobre o cuidado oferecido às famílias após a perda de um filho e a preservação das lembranças como parte do processo de acolhimento.

Apoio às famílias
Além da programação cultural, a exposição busca arrecadar recursos para fortalecer as ações do projeto Filhos Invisíveis. O dinheiro será destinado à compra de caixas de memórias, entregues às famílias atendidas para guardar objetos e recordações dos filhos.
A proposta nasceu das experiências pessoais das organizadoras, que transformaram suas vivências de perda em uma iniciativa voltada ao acolhimento e à valorização dessas histórias.
Com a exposição, as idealizadoras pretendem criar um ambiente em que as famílias possam se sentir reconhecidas e encontrar espaço para falar sobre o luto de maneira aberta, respeitosa e sensível.

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