Sargento reformado da PM é suspeito de matar ex-companheira em Minas Gerais e tirar a própria vida

Karla Alessandra Domingos, de 49 anos, foi morta a tiros em Lajinha; segundo a ocorrência policial, o casal havia se separado três dias antes do crime.
Redação Imediato Online
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Uma mulher de 49 anos foi morta a tiros pelo ex-companheiro, um sargento reformado da Polícia Militar de Minas Gerais, em Lajinha, na Zona da Mata mineira. O caso aconteceu na quarta-feira (14), no apartamento onde o homem morava. Ele foi socorrido com ferimentos graves, mas morreu após ser transferido para um hospital em Manhuaçu.

A vítima foi identificada como Karla Alessandra Domingos. O suspeito era Luciano Vieira Tavares Pereira, de 51 anos. Segundo informações publicadas pelo portal Metrópoles, os dois haviam encerrado o relacionamento no domingo (11).

Filho encontrou os pais no apartamento

De acordo com o boletim de ocorrência, o filho do casal, de 26 anos, acompanhou o pai a uma consulta médica em Manhuaçu e depois o deixou em frente ao prédio onde ele morava.

Ao perceber que a mãe não estava na kitnet para onde havia se mudado, o jovem foi até o apartamento do pai. Nesse momento, ouviu disparos e correu até o imóvel, onde encontrou os dois feridos.

A vítima não resistiu aos ferimentos. O homem ainda apresentava sinais vitais quando foi encontrado, recebeu atendimento médico e acabou morrendo posteriormente.

Familiar relatou ameaça anterior

Ainda segundo o registro policial, uma familiar contou que Luciano a procurou na segunda-feira (12), um dia após a separação, e afirmou que pretendia matar a ex-companheira e depois tirar a própria vida. Após conversar com ele, a mulher relatou que o sargento reformado garantiu que não faria isso.

A perícia esteve no apartamento e recolheu materiais que devem auxiliar na investigação. O caso será apurado pelas autoridades policiais.

A ocorrência reforça a importância de levar a sério ameaças contra mulheres, especialmente após o fim de relacionamentos. Situações de risco podem ser denunciadas pelo telefone 190, em emergências, ou pelo Ligue 180, canal de atendimento à mulher.

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