Moradores do conjunto Vila Marinho, na Compensa, Zona Oeste de Manaus, denunciam problemas na coleta de lixo na região. Segundo relatos, o serviço tem ocorrido de forma irregular, com intervalos de até três ou quatro dias entre uma passagem e outra dos caminhões.
Na Rua Vitor Meireles, antiga Rua C, moradores afirmam que o problema tem provocado o acúmulo de resíduos em frente às residências. Eles também relatam que, em algumas ocasiões, parte do lixo colocado para recolhimento não é retirada durante a passagem das equipes.

De acordo com os moradores, a situação se agrava quando animais rasgam os sacos de lixo deixados nas calçadas. Com os resíduos espalhados, parte do material permaneceria no local mesmo após a passagem do caminhão.
Moradores relatam mudança na frequência da coleta
O morador Márcio, que vive na região, afirmou que a coleta costumava ocorrer com maior frequência, inclusive aos sábados. Segundo ele, o único dia em que não havia recolhimento regularmente era aos domingos.

“Tem esse problema de passarem três dias a mais, de passarem aqui na rua para coletar. O lixo fica acumulando, os animais vêm, rasgam e fica aquela sujeira na rua”, relatou o morador.
Ainda segundo Márcio, moradores já teriam procurado a Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) para comunicar os problemas. Ele afirma que recebeu informações sobre dificuldades relacionadas à quantidade de trabalhadores disponíveis para realizar o serviço.
A alegação de que haveria falta de funcionários e problemas relacionados a pagamentos, porém, não foi confirmada oficialmente à reportagem.
Lixo deixado após passagem do caminhão
Durante a denúncia, moradores mostraram sacos de lixo que, segundo eles, permaneceram no local mesmo após a passagem do caminhão responsável pela coleta.
Os moradores afirmam que, em algumas situações, as equipes deixam de recolher sacos considerados grandes ou que estejam rasgados e com resíduos espalhados pela rua.
A situação, segundo os relatos, tem gerado preocupação entre os moradores devido ao acúmulo de lixo nas proximidades das casas.
Moradores cobram fiscalização
Diante das reclamações, os moradores pedem que o serviço de coleta seja fiscalizado e que a frequência do recolhimento seja normalizada.
A reportagem buscou registrar a situação apresentada pelos moradores e os relatos sobre as dificuldades enfrentadas na região.
A Semulsp será procurada para esclarecer a frequência da coleta no conjunto Vila Marinho, se houve alterações recentes no cronograma e quais medidas estão sendo adotadas para solucionar as reclamações apresentadas pelos moradores.
A matéria será atualizada caso a secretaria encaminhe um posicionamento.