Prefeito de Manaus se explica após vídeo dirigindo com filha sem cinto

Renato Junior afirmou que imagens foram gravadas dentro de condomínio e reconheceu que não deveria ter usado o celular enquanto dirigia
Redação Imediato Online
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O prefeito de Manaus, Renato Junior (Avante), publicou neste domingo (27) uma explicação após a repercussão de vídeos em que aparece dirigindo um Fusca e segurando um celular enquanto a filha estava no banco do passageiro.

As imagens foram divulgadas pelo próprio prefeito nas redes sociais. Em parte do vídeo, a criança aparece sem o cinto de segurança e, em determinado momento, fica de joelhos enquanto o veículo está em movimento. O registro foi feito quando Renato seguia para compromissos relacionados à campanha de David Almeida (Avante) ao Governo do Amazonas.

Prefeito esclarece as imagens

Na nota publicada nas redes sociais, Renato Junior afirmou que o momento em que aparece circulando com a filha aconteceu dentro do condomínio onde mora, utilizando um Fusca antigo emprestado por um amigo.

Segundo ele, o percurso foi de poucos metros e em baixa velocidade. O prefeito também afirmou que as imagens em que aparecem os filhos foram feitas com o carro parado, na rua de casa.

Renato declarou ainda que, quando deixou o condomínio para circular pelas ruas de Manaus, estava sozinho no veículo e que as imagens foram feitas com o apoio da equipe que o acompanhava.

Reconhecimento

Na publicação, o prefeito reconheceu que não deveria ter segurado o celular enquanto dirigia e afirmou compreender a preocupação gerada pelas imagens.

Ele disse que, como pai e prefeito, precisa redobrar os cuidados e dar exemplo. Também informou que retirou o vídeo das redes sociais para evitar que o conteúdo fosse interpretado como exemplo de conduta no trânsito.

O caso ganhou repercussão nas redes sociais e motivou questionamentos sobre a conduta registrada. A Prefeitura de Manaus, o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) e o Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM) foram procurados para comentar as imagens. Até a publicação das primeiras informações sobre o caso, não havia manifestação dos órgãos.

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