Estelionatária é presa suspeita de falsificar documentos para contratar serviços em Manaus

Mulher de 36 anos, conhecida como “Cabelo de Fogo”, teria usado documentos de terceiros com a própria fotografia para contratar energia, água, internet e outros serviços.
Redação Imediato Online
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Uma mulher de 36 anos foi presa preventivamente na manhã desta terça-feira (1º), em Manaus, suspeita de falsificar documentos em nome de terceiros para contratar serviços para a própria residência. A prisão foi realizada por policiais civis do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), durante o cumprimento de mandado expedido pela Justiça.

A suspeita foi identificada como Cristina dos Santos Ferreira, conhecida pelo apelido de “Cabelo de Fogo”. De acordo com as investigações, ela teria utilizado documentos pertencentes a outras pessoas e adulterado o material com a inserção da própria fotografia.

Segundo a Polícia Civil, a mulher conseguia ter acesso a documentos deixados em departamentos de achados e perdidos de empresas. Após obter os documentos, ela teria realizado as falsificações para utilizá-los na contratação de serviços.

Entre os serviços que teriam sido contratados estão fornecimento de energia elétrica, água, internet, telefonia fixa e televisão por assinatura.

Documentos falsos foram encontrados
Durante as diligências realizadas pela Polícia Civil, foram encontrados documentos apontados como falsos, além de contas de energia elétrica emitidas em nome de uma das supostas vítimas.

Conforme a investigação, os materiais apreendidos serão utilizados para reforçar a apuração sobre a forma como os documentos eram obtidos e posteriormente utilizados nas contratações.

A prisão foi realizada sob coordenação do delegado Cícero Túlio, titular do 1º DIP.

Além do cumprimento do mandado de prisão preventiva, Cristina também foi autuada em flagrante pelo crime relacionado ao uso de documento falso, segundo a Polícia Civil.

Após os procedimentos na delegacia, a suspeita deverá ser apresentada em audiência de custódia, quando ficará à disposição da Justiça.

A investigação deve continuar para identificar todas as possíveis vítimas e verificar a quantidade de contratos que teriam sido realizados com o uso de documentos falsificados.

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