INFÂNCIA INTERROMPIDA: homem é preso suspeito de abusar da própria filha

Segundo a investigação, os abusos teriam começado quando a vítima tinha 12 anos e continuado por vários anos em uma propriedade rural próxima de Cupixi
Redação Imediato Online
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A Polícia Civil do Amapá prendeu, nesta terça-feira (18), um homem de 59 anos investigado por estupro de vulnerável contra a própria filha, na zona rural de Porto Grande, no interior do Amapá.

A prisão foi cumprida por agentes da Delegacia de Polícia de Porto Grande, após a Justiça autorizar o mandado solicitado durante as investigações.

Segundo a Polícia Civil, os abusos teriam começado quando a vítima ainda era criança, aos 12 anos, e continuado durante vários anos. Os crimes teriam ocorrido principalmente em uma propriedade rural localizada nas proximidades de Cupixi, onde a adolescente passava finais de semana e períodos de férias na companhia do pai.

Caso só foi revelado anos depois
A situação veio à tona somente posteriormente. Já adulta, a vítima contou a um familiar sobre os abusos que, segundo seu relato, teriam acontecido durante a infância.

Depois da revelação, o caso foi levado às autoridades. A partir daí, foram adotadas medidas de proteção e iniciadas as diligências para apurar as denúncias.

Durante a investigação, a Polícia Civil reuniu elementos que sustentaram o pedido de prisão preventiva do suspeito.

Mandado foi cumprido nesta terça
Com a decisão judicial, os policiais localizaram o investigado e cumpriram o mandado de prisão.

O homem foi levado para a unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Ele permanece à disposição da Justiça.

A investigação segue para o esclarecimento completo dos fatos e das circunstâncias relatadas pela vítima.

Polícia reforça importância da denúncia
A Polícia Civil reforçou a importância de familiares e pessoas próximas estarem atentos a possíveis sinais de violência contra crianças e adolescentes.

Casos de abuso sexual podem permanecer escondidos durante anos, principalmente quando acontecem dentro do próprio ambiente familiar. Por isso, a denúncia e o acionamento da rede de proteção são fundamentais para interromper situações de violência e garantir atendimento às vítimas.

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