Veja: Gestante dá a luz em corredor da maternidade Moura tapajós enquanto aguardava atendimento

Acompanhante relatou que paciente teria pedido ajuda durante o trabalho de parto. Semsa afirmou que gestante já chegou à unidade em período expulsivo.
Redação Imediato Online
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Uma gestante deu à luz na noite de sexta-feira (14) na Maternidade Moura Tapajóz, em Manaus. O nascimento ocorreu durante o fluxo de atendimento na unidade e gerou questionamentos após uma acompanhante relatar que a paciente teria apresentado sangramento e precisado pedir ajuda enquanto aguardava atendimento.

A situação foi relatada por uma acompanhante que estava na maternidade no momento do parto. Segundo ela, a gestante chegou à unidade após o rompimento da bolsa e o início de um sangramento. A gestante não quis falar com a nossa equipe porque afirmou ser do interior e que não estava esperando o parto para agora. A mesma não vai se pronunciar pois não autorizou a circulação das imagens, que estão viralizando nas redes sociais. Ela completa afirmando que a situação foi totalmente inesperada e ocorreu após a intervenção de uma enfermeira da unidade.

Ainda conforme o relato, a paciente teria procurado uma profissional de enfermagem para pedir atendimento e recebido a informação de que não havia médico disponível naquele momento. Pouco depois, o quadro teria evoluído rapidamente.

A acompanhante afirmou que a gestante teria informado que já sentia a cabeça do bebê e que precisou pedir ajuda aos gritos diante da evolução do parto.

O relato também mencionou que outras gestantes aguardavam atendimento na unidade e que parte dos médicos estaria no centro cirúrgico.

Semsa apresenta outra versão
Após a repercussão do caso, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), informou que a paciente chegou à Maternidade Moura Tapajóz já em período expulsivo, fase final do trabalho de parto.

Segundo a secretaria, uma enfermeira obstetra habilitada acompanhava a gestante desde a entrada na unidade e prestou assistência imediata.

A Semsa informou ainda que, enquanto a paciente era encaminhada para o atendimento médico, houve uma evolução rápida do trabalho de parto. O nascimento ocorreu durante o próprio fluxo de atendimento.

A versão oficial apresentada pela Prefeitura é diferente do relato feito pela acompanhante, que afirmou ter havido demora para conseguir atendimento.

Mãe e bebê passam bem
De acordo com a Semsa, a enfermeira obstetra adotou as medidas necessárias para garantir a segurança da mãe e do bebê durante o nascimento.

Após o parto, a mãe e o recém-nascido foram encaminhados para os cuidados assistenciais necessários.

A secretaria informou que o parto ocorreu sem intercorrências e que mãe e bebê estavam em boas condições clínicas.

Prefeitura afirma que equipe estava completa
Em nota, a Maternidade Moura Tapajóz afirmou que a equipe assistencial estava completa e atuante no momento da ocorrência.

Segundo a unidade, a paciente recebeu toda a assistência necessária de acordo com a condição clínica apresentada e com a rápida evolução do trabalho de parto.

A Prefeitura também afirmou que o nascimento ocorreu em razão da evolução natural e acelerada do parto e negou que tenha havido relação entre o nascimento e ausência ou insuficiência de profissionais.

Nota da Prefeitura
A Prefeitura de Manaus informou que a paciente deu entrada na maternidade no dia 14 de agosto já em período expulsivo.

Conforme a nota, uma enfermeira obstetra habilitada acompanhava a gestante desde a chegada à unidade. Durante o encaminhamento para o atendimento médico, houve rápida progressão do trabalho de parto, levando ao nascimento.

A Semsa afirmou que a profissional prestou assistência imediata e adotou as medidas necessárias para garantir a segurança materna e fetal.

Após o parto, mãe e recém-nascido foram encaminhados para os cuidados assistenciais indicados. A Prefeitura informou que o nascimento ocorreu sem intercorrências e que ambos estavam em boas condições clínicas.

A secretaria reforçou que, no momento do ocorrido, a equipe assistencial estava completa e atuante e que toda a assistência necessária foi prestada conforme o quadro clínico da paciente.

A Prefeitura também negou que o parto tenha ocorrido por falta ou insuficiência de profissionais e afirmou que o nascimento foi consequência da evolução natural e acelerada do trabalho de parto.

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