Advogado é preso por suspeita de abusar sexualmente das próprias filhas e da filha da babá

Investigação da Polícia Civil apura crimes contra três crianças. Suspeito foi preso nesta quinta-feira e deve passar por audiência de custódia.
Redação Imediato Online
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A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) prendeu, na tarde desta quinta-feira (9), um advogado de 43 anos investigado por suspeita de estupro de vulnerável. A prisão foi cumprida em um apartamento no bairro Tarumã, na zona oeste de Manaus, durante ação da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).

As investigações apontam que as supostas vítimas são duas filhas do investigado, atualmente com 14 e 15 anos, além da filha de uma ex-funcionária da residência da família. Os fatos apurados pela polícia teriam ocorrido em momentos distintos e passaram a ser investigados após familiares procurarem a delegacia.

Conforme as informações reunidas no inquérito, a mãe de uma das adolescentes tomou conhecimento das suspeitas por meio do filho, de 16 anos. Ela viajou de São Paulo para Manaus após ser informada sobre o caso e registrou a denúncia na Depca. A partir do relato apresentado à polícia, novas diligências foram realizadas e outras possíveis vítimas foram identificadas.

Durante a apuração, investigadores ouviram as adolescentes, familiares e testemunhas. Os depoimentos colhidos subsidiaram o pedido de prisão do suspeito, que foi autorizado pela Justiça e cumprido nesta quinta-feira.

Na chegada à delegacia, o advogado foi questionado sobre as acusações e negou qualquer envolvimento nos crimes investigados. Ele afirmou que as denúncias decorrem de um conflito familiar. A defesa poderá se manifestar ao longo da investigação e do processo judicial.

Segundo a Polícia Civil, o inquérito continua em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do caso, verificar se existem outras possíveis vítimas e reunir novos elementos que contribuam para a investigação.

O suspeito permanecerá à disposição da Justiça e deverá passar por audiência de custódia. Em razão do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a identidade das vítimas e quaisquer informações que possam identificá-las são preservadas.

Veja o momento da chegada na delegacia:

 

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