Tragédia na Djalma completa 5 anos e culto reúne famílias de vítimas de trânsito

Celebração em memória às vítimas do trágico acidente de trânsito que marcou Manaus há 5 anos.
Redação Imediato Online
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Manaus – AM – Celebração marca 5 anos do trágico acidente na avenida Djalma Batista, que matou 16 pessoas.  O culto ecumênico foi realizado durante o encerramento da programação da “Semana Municipal de Prevenção a Acidentes de Trânsito”, promovida pela prefeitura, na noite desta quinta-feira (28).

A homenagem em memória às 16 vítimas do acidente envolvendo uma caçamba e um micro-ônibus, ocorrido no dia  28 de março de 2014, na avenida Djalma Batista, bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus, marcou os 5 anos do trágico acontecimento.

Dezenas de familiares e amigos das vítimas fatais do acidente participaram do culto. Emocionada, a dona de casa, Elci Oliveira dos Santos, de 63 anos, afirmou que a tristeza não acaba. Ela ainda lamentou a morte do filho, Ricardo Oliveira dos Santos, que tinha 34 anos e trabalhava como operador de máquinas.

“Pra mim é muito triste. Só quem sabe a dor, é quem passa por uma coisa dessas. Eu jamais imaginei que isso fosse acontecer com a nossa família. O meu filho vinha do trabalho. Estava sendo esperado pela esposa e os dois filhos. Isso é muito triste. Aqui oramos juntos para todas as pessoas que morreram nesse acidente.”, disse a mãe.

Desde 2015, a prefeitura da capital realiza o Culto Ecumênico em memória às vítimas e também como forma de chamar a atenção da sociedade sobre a necessidade de conscientização das pessoas para evitar infrações e acidentes no trânsito.

Relembre o caso

O acidente na noite do dia 28 de março de 2014, entre micro-ônibus e caminhão-caçamba provocou a morte de 16 pessoas e deixou cerca de 20 feridos. Por volta das 20h, a caçamba, que prestava serviços para a prefeitura, circulava em alta velocidade.

O condutor do veículo de grande porte perdeu o controle e bateu de frente no micro-ônibus na avenida Djalma Batista, no trecho embaixo do viaduto Ayrton Senna. Foi confirmado pela perícia que o motorista conduzia o caminhão-caçamba sob o efeito de droga.

Entre os mortos haviam homens e mulheres. Uma delas, Gabriela Teles Messias, estava grávida. Os motoristas dos dois veículos também morreram.Por causa do acontecimento, na época, a prefeitura de Manaus decretou luto oficial de três dias.

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