Débora Menezes acompanha denúncia de bullying e agressões contra estudante em escola de Manaus

Caso é acompanhado pela Procuradoria Especial da Criança e do Adolescente da Aleam; adolescente recebe apoio psicológico.
Redação Imediato Online
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A deputada estadual Débora Menezes passou a acompanhar uma denúncia de bullying e agressões envolvendo uma estudante de 13 anos em uma escola da zona oeste de Manaus. O caso está sendo monitorado pela Procuradoria Especial da Criança e do Adolescente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

Segundo relatos da adolescente e de familiares, a jovem teria sido alvo de hostilizações por parte de um grupo de estudantes dentro do ambiente escolar. Durante o episódio, ela teria sido cercada, empurrada ao chão e atingida por objetos e substâncias, o que teria causado ferimentos e abalo emocional.

Após a ocorrência, a família procurou atendimento médico e registrou a denúncia na Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (DAI). A Procuradoria da Criança e do Adolescente iniciou o acompanhamento do caso e informou que a estudante passou a receber atendimento psicológico por meio da equipe psicossocial do órgão, que também presta suporte à família.

De acordo com a parlamentar, a atuação da Procuradoria inclui ações de prevenção e orientação dentro das escolas. A instituição informou que pretende promover atividades educativas na unidade onde o caso foi registrado, com palestras e iniciativas voltadas à conscientização de estudantes, professores e responsáveis sobre bullying e outras formas de violência.

Desde 2024, a Procuradoria da Criança e do Adolescente da Aleam realiza programas de prevenção em escolas da capital e do interior do Amazonas, com palestras e campanhas educativas voltadas ao enfrentamento do bullying e do cyberbullying.

No estado, Débora Menezes também é autora da Lei nº 7.377/2025, que estabelece um protocolo para situações de bullying nas escolas e determina que casos sejam comunicados ao Conselho Tutelar em até 24 horas, para que a rede de proteção possa ser acionada. A legislação reconhece o bullying como prática de violência repetitiva, física ou psicológica, que provoca constrangimento, humilhação ou intimidação entre estudantes.

A Procuradoria da Criança e do Adolescente informou que seguirá acompanhando o caso e prestando apoio à adolescente e à família.

 

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