No último dia 6 de outubro, Marlison Batista foi acusado de assassinar seu vizinho a pauladas em um caso ocorrido no bairro Cidade de Deus, em Manaus. A informação foi divulgada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), e resultou na prisão do suspeito.
No entanto, a esposa de Marlison, Orlandina Batista, contesta a versão oficial apresentada pela polícia. Segundo ela, o episódio teve início no sábado, quando a vítima teria se deitado sobre o contador de energia da residência, que já havia sido danificado anteriormente. Orlandina relatou que tentou retirar a camisa da vítima e orientá-la a se afastar do equipamento, mas a vítima reagiu com xingamentos e agressividade verbal.
“Meu marido soube do ocorrido no domingo, quando foi pegar um peixe assado na frente da nossa casa. Ele apenas repreendeu a vítima para que não repetisse a atitude de puxar a faca para mim no sábado. A vítima veio para cima dele, e meu marido apenas empurrou o rapaz no peito. Ele caiu, mas não bateu a cabeça e se levantou imediatamente”, afirmou Orlandina.
A esposa do suspeito também explicou que a vítima possuía problemas de saúde, incluindo epilepsia, e estava alcoolizada, o que, segundo ela, teria contribuído para a queda fatal ocorrida na segunda-feira pela manhã. Orlandina reforçou que Marlison não tentou fugir após o ocorrido e que estava trabalhando normalmente quando a polícia chegou para prendê-lo.
Orlandina criticou a versão apresentada pela irmã da vítima, que teria atribuído a Marlison a responsabilidade por golpes que teriam causado a morte do homem. “Não houve pauladas, não houve agressão. Ele estava procurando o corpo de um colega e estava muito cansado. Essa acusação é infundada”, afirmou.
No momento, Marlison Batista participa da audiência de custódia, enquanto o caso segue sob investigação da Polícia Civil. O caso segue repercutindo na comunidade local, com familiares e autoridades aguardando os desdobramentos legais.
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