Homem suspeito de integrar quadrilha de estelionato e envolvido com tráfico é preso pela Polícia Civil em Manaus

Homem preso pela quinta vez é suspeito de integrar quadrilha especializada em estelionato e tráfico de drogas em Manaus.
Redação Imediato Online
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MANAUS (AM) – William Rocha Bezerra, conhecido pelos apelidos “Sobrancelha” e “Sombra”, foi preso novamente pela Polícia Civil do Amazonas nesta segunda-feira (7), no bairro Betânia, zona Sul de Manaus. A prisão foi realizada por agentes do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), em cumprimento a um mandado judicial.

Segundo o delegado Cícero Túlio Kim, responsável pela ação, esta é a quinta vez que William é detido em decorrência de mandados de prisão expedidos a partir de investigações conduzidas pela Polícia Civil. Ele é apontado como integrante de uma organização criminosa envolvida em diversos crimes, incluindo estelionato, tráfico de drogas e até homicídios.

De acordo com as investigações, William participava de um esquema de fraudes envolvendo empréstimos consignados irregulares, que tinha como vítimas professores da rede estadual de educação do Amazonas. O grupo atuava falsificando documentos para obter os valores de forma ilícita, por meio de correspondentes bancários.

Além das fraudes financeiras, ele também é investigado por fornecer veículos utilizados em ações criminosas, incluindo o assassinato de um jovem em 2021, na zona Sul da capital, e por ter contribuído logisticamente na execução do delegado Oscar Cardoso, cedendo automóveis usados na emboscada.

A prisão foi efetuada após monitoramento do suspeito, que foi localizado por meio do veículo que utilizava. No momento da abordagem, ele não reagiu.

A operação que levou à prisão de William faz parte da “Operação Lousa Negra”, que apura o funcionamento da quadrilha especializada em fraudes bancárias. Nove pessoas já foram presas durante a ação. Outros dois suspeitos seguem foragidos: Pablo Kizar, responsável pela falsificação de documentos, e Marco Citer, operador de um correspondente bancário que facilitava os golpes.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que trabalha para localizar os demais envolvidos.

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