Terremoto de 7.7 atinge Mianmar e Tailândia, deixa mais de 140 mortos e causa destruição em vários países

Terremoto de magnitude 7.7 deixa mais de 140 mortos e destrói infraestrutura em Mianmar e Tailândia.
Redação Imediato Online
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Um forte terremoto de magnitude 7.7 atingiu Mianmar e Tailândia nesta sexta-feira (28), provocando a destruição de prédios residenciais e comerciais e deixando um rastro de caos e desespero. O tremor, que foi sentido em diversas regiões, também causou estragos significativos na China.

Testemunhas relataram cenas de pânico, com edifícios desabando e pessoas correndo para as ruas em busca de abrigo. Em Bangcoc, capital da Tailândia, um arranha-céu em construção veio abaixo, evidenciando a força do abalo sísmico. O impacto foi tão intenso que o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) confirmou a ocorrência de um tremor secundário, elevando ainda mais o risco de destruição e dificultando o trabalho das equipes de resgate.

Número de vítimas pode aumentar

As autoridades locais informaram que, até o momento, mais de 140 pessoas morreram e centenas seguem desaparecidas. Equipes de emergência trabalham intensamente para resgatar vítimas presas sob os escombros, mas a instabilidade das estruturas dificulta as buscas. O número de feridos também cresce, com hospitais locais operando no limite de sua capacidade.

O epicentro do terremoto foi registrado a cerca de 17,2 km da cidade de Mandalay, a segunda maior de Mianmar, onde vivem aproximadamente 1,5 milhão de pessoas. A região, já conhecida por sua vulnerabilidade a abalos sísmicos, sofreu graves danos, com relatos de estradas rachadas, deslizamentos de terra e colapso de infraestrutura básica.

Alerta e risco de novos tremores

Diante da gravidade da situação, as autoridades emitiram alertas para a população, recomendando que evitem permanecer em edifícios comprometidos e fiquem atentos a novos tremores. Cientistas afirmam que réplicas podem ocorrer nas próximas horas ou dias, aumentando o risco de mais desmoronamentos e dificultando a recuperação da área afetada.

Enquanto isso, organizações humanitárias e governos de países vizinhos já se mobilizam para oferecer ajuda às vítimas. Socorristas e voluntários enfrentam desafios logísticos para levar alimentos, água e medicamentos às regiões mais atingidas, onde milhares de pessoas estão desabrigadas.

A tragédia reforça a necessidade de investimentos em infraestrutura resistente a abalos sísmicos na região, que frequentemente sofre com terremotos de grande magnitude.

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Foto: Getty Images

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