MANAUS-AM | Uma mãe angustiada busca por informações sobre sua filha, Ana Carolina de Souza, de 14 anos, que desapareceu na madrugada de quinta-feira, 29 de janeiro, no bairro Grande Vitória, zona leste de Manaus. A jovem foi vista pela última vez por volta de 2h10 da madrugada, quando, segundo relato da mãe, Dona Mariana, ela entrou em um carro branco estacionado em frente à residência da família.
Dona Mariana contou à equipe de reportagem que ao acordar na manhã de sexta-feira, se deparou com uma cena preocupante: o travesseiro de Ana Carolina estava enrolado e coberto, dando a impressão de que ela ainda estivesse na cama. Inicialmente, ela pensou que poderia ser um trote, já que jamais imaginou que sua filha tomaria uma atitude desse tipo. “Minha filha é uma boa menina, da igreja, coroinha, tem uma vida saudável, nunca imaginamos que ela faria algo assim”, desabafou a mãe, visivelmente aflita.
Após perceber o sumiço da filha, a família revisou as imagens das câmeras de segurança da área e identificou Ana Carolina entrando no veículo por volta da madrugada. A jovem entrou no carro de forma discreta, sem deixar claro qual seria seu destino.
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Desde então, a família não obteve mais informações sobre a adolescente, e o telefone de Ana Carolina segue sem ser atendido. Dona Mariana, desesperada, fez um apelo para quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro da filha. “Peço a você, pai, a você, mãe, que tenha visto minha filha por aí, que nos avise. Se alguém a viu em algum lugar, em algum barco, em Manaquiri ou outra localidade, por favor, nos avise. Estamos dispostos a ir buscá-la”, afirmou a mãe.
Em seu relato, Dona Mariana reforçou que sua família sempre teve uma relação aberta e sincera com a filha e que a jovem não tinha comportamentos suspeitos ou amizades perigosas. “Ela não sumiria sem dizer nada. A nossa família é unida, e não houve nenhum sinal de alerta antes de seu desaparecimento”, destacou.
A Polícia Civil foi acionada para investigar o caso, e qualquer pessoa que tenha informações sobre o paradeiro de Ana Carolina pode entrar em contato com as autoridades locais ou com a própria família.

Foto: Arquivo Pessoal