MANAUS-AM | Um assalto à joalheria Vivara, no Manauara Shopping, em Manaus, terminou com a prisão de um suspeito e intensa mobilização policial neste sábado (14). A ação criminosa ocorreu no início da manhã e envolveu uma quadrilha armada, que foi prontamente confrontada por forças de segurança.
De acordo com a Polícia Civil, Clenilto, que usava documentos falsos com o nome de Jonathan, foi detido durante a operação. Ele já era procurado no estado do Pará por integrar uma organização criminosa e praticar roubos qualificados. O suspeito possui dois mandados de prisão em aberto e histórico de crimes semelhantes.

A ação policial contou com a participação de diversas forças de segurança, incluindo a Polícia Militar, a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), o Corpo de Bombeiros e o Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC). Policiais militares que estavam nas proximidades do shopping, como parte da Operação Natal, foram os primeiros a responder ao chamado.
“Os policiais agiram imediatamente ao serem informados pelo segurança do shopping sobre o assalto. Houve troca de tiros com os criminosos, mas a equipe utilizou técnicas táticas para controlar a situação”, explicou a Polícia Civil.
Equipes da CORE, algumas já presentes no shopping, auxiliaram no cerco a uma área de mata próxima à praça de alimentação, permitindo que a Polícia Militar capturasse Clenilto.

As autoridades continuam em busca dos demais integrantes da quadrilha. A Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e o Departamento de Investigação Policial estão nas ruas para localizar e prender os envolvidos. “Não vamos descansar até que todos os responsáveis sejam identificados e entregues à Justiça”, afirmou um delegado da Polícia Civil.
Clenilto está sendo autuado em flagrante por roubo qualificado, triplamente agravado por uso de arma de fogo, ação em grupo e restrição de liberdade. Ele também responderá por falsidade ideológica devido ao uso de documentos falsos. O veículo utilizado na fuga foi apreendido e será periciado.
A Secretaria de Segurança Pública reforçou que apenas informações oficiais divulgadas pelo órgão devem ser consideradas para evitar a disseminação de notícias falsas durante as investigações.
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