Na manhã desta quarta-feira (17), estudantes da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) encontraram um Saium-de-coleira, espécie considerada em extinção, morto em cima de uma mesa próxima ao auditório Rio Solimões, uma área de convivência frequentada por acadêmicos. O episódio gerou indignação entre os estudantes, que relataram a falta de ação por parte das autoridades universitárias e ambientais.
O Saium-de-coleira, uma espécie de primata em extinção, estava visivelmente morto, mas, mesmo com a movimentação constante de alunos, seguranças e funcionários técnicos da universidade, o corpo do animal permaneceu no local sem qualquer intervenção.
“Os estudantes passam para lá e para cá, professores e outros servidores da UFAM e ninguém faz nada. Aqui tem todo um negócio de preservação de animais e ninguém faz nada. Essa espécie tá até em extinção”, disse um aluno que fez a denúncia.
A presença do Saium-de-coleira morto em uma mesa de um dos corredores da universidade sem que nenhum órgão ambiental tenha aparecido para realizar a remoção e iniciar uma perícia para determinar as causas da morte do mamífero levantou preocupações entre a comunidade acadêmica.
Falta de Resposta das Autoridades

A situação destacou uma aparente falha nos protocolos de resposta a incidentes envolvendo espécies em extinção dentro do campus da UFAM. Os estudantes esperam que o ocorrido sirva de alerta para a importância de um manejo adequado de situações semelhantes e para a necessidade de ações mais rápidas e efetivas por parte das autoridades responsáveis pela preservação ambiental.
Importância da Preservação
A UFAM possui um compromisso com a preservação ambiental, e a presença de uma espécie em extinção nas proximidades da instituição ressalta a necessidade de uma vigilância constante e de medidas de proteção mais rigorosas. O Saium-de-coleira é um primata pequeno e ágil, encontrado principalmente na Amazônia, e sua população tem diminuído significativamente devido à perda de habitat e à caça.
Apelo por Ação Imediata
Os estudantes e membros da comunidade acadêmica estão pedindo uma ação imediata para remover o corpo do Saium-de-coleira e realizar uma investigação completa sobre as causas de sua morte. A presença contínua do animal morto em uma área de alta circulação é vista não apenas como um descuido, mas também como um reflexo de uma possível negligência na gestão da fauna local.
Os acadêmicos também solicitam que a universidade e os órgãos ambientais trabalhem juntos para reforçar as medidas de proteção das espécies ameaçadas de extinção e para garantir que incidentes como este não se repitam. A expectativa é que as autoridades tomem medidas concretas para melhorar a resposta a em