MANAUS-AM | A Polícia Civil do Estado do Amazonas (PC-AM), atualizou as informações sobre o caso ‘Djidja Cardoso’, nesta segunda-feira (10), após 2ª fase da Operação Mandrágora, que culminou na prisão de cinco suspeitos envolvidos na distribuição de ketamina de maneira ilegal. As prisões ocorreram em diferentes zonas da cidade.
Entre os presos estão o proprietário de uma clínica veterinária e dois funcionários do local. Também foram presos o Bruno Lima, ex-namorado de Djidja Cardoso e o personal trainer Hatus Silveira.
De acordo com informações repassadas pelo delegado Cícero Túlio, a família Cardoso, através de Bruno, contatou o coach Hatus com a ideia de estabelecer uma conexão entre o coach e as clínicas veterinárias.
“Bruno conseguiu entrar em contato com Hatus devido ao seu conhecimento sobre fisiculturismo, já que ele havia sido assistido por Hatus anteriormente. Eles viram nessa relação uma oportunidade de criar uma conexão entre Hatus e as empresas veterinárias, visando obter esses materiais com mais facilidade. Foi assim que todos se envolveram, entrando para essa seita religiosa e facilitando o acesso à clínica Max Fetch e outras clínicas veterinárias para adquirir esses materiais regularmente”.
Além disso, as investigações revelaram que os funcionários da clínica estavam envolvidos em atividades para ocultar e destruir evidências, com o objetivo de obstruir a investigação.
Durante a análise inicial dos dados telemáticos comprometidos, os investigadores identificaram que Hatus era responsável por prescrever um protocolo e suplementação, que incluía as substâncias potenay ketamina/cetamina, e que ele se associou à seita juntamente com Bruno, auxiliando a família no uso e fornecimento dos medicamentos.
Na tarde de sexta-feira, além das cinco detenções, foram realizadas buscas em dois pet shops associados a José, onde foram apreendidas dezenas das substâncias em questão. Esses estabelecimentos não estavam autorizados a comercializar esses produtos.
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