Missa de Sétimo Dia de Flávio é marcada pela indignação com prisão domiciliar de Alejandro

Família de engenheiro encontrado morto se revolta com concessão de prisão domiciliar a um dos suspeitos.
Redação Imediato Online
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Manaus-AM| Os familiares do engenheiro Flávio Rodrigues Santos encontrado morto em um terreno baldio no Tarumã, realizaram a Missa de Sétimo Dia, na manhã deste domingo (6). O ato de fé aconteceu na Paróquia Coração Imaculado de Maria, localizada no bairro Morro da Liberdade, na Zona Sul, local onde Flávio cresceu.

A missa é marcada pela indignação da família, após Alejandro Molina Valeiko, um dos suspeitos de participar da morte de Flávio, conseguir permissão para ficar em prisão domiciliar, enquanto o caso é investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

Após o ato na Paróquia, uma caminhada, com cunho de protesto e repudia, seráu realizada pelas ruas do bairro, para demonstrar a indignação da família, com a decisão, que beneficiou o enteado do prefeito Arthur Neto.

Entenda o caso

Flávio Rodrigues Santos, 42 anos, foi encontrado morto em um terreno baldio, no Tarumã, na tarde da última segunda-feira (30), com seis facadas pelo corpo. O engenheiro da Ambev havia saído para uma festa na casa de Alejandro Molina Valeiko, que é enteado do prefeito de Manaus.

As investigações avançaram e todos os participantes que estavam na festa com a vítima já foram presos, são eles o cozinheiro italiano Vitorio Del Gato, o PM Elizeu da Paz de Souza, Elielton Magno Gomes Junior, o motorista de aplicativo José Edvandro Martins Junior, o ex-PM e lutador Maik Vinicius Teixeira, e Alejandro Molina Valeiko, que conseguiu permissão para ficar em prisão domiciliar e já se encontra em Manaus.

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