Advogada entra em luta corporal contra “caloteiro” armado para salvar sua vida; veja vídeos

Advogada enfrenta cliente armado em luta pela vida em escritório de Campos dos Goytacazes.
Redação Imediato Online
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Campo dos Goytacazes – RJ | A advogada Nayara Gilda Acha Prestes, 27 anos, foi surpreendida por um de seus clientes, Diego Dourado, nessa quarta-feira (26) e teve que lutar pela vida para não ser morta ali mesmo, em Campos de Goytacazes, RJ. A advogada segue internada em um hospital da cidade e gravou um vídeo dizendo que está estável.

Imagens internas do escritório de Nayara Gilda mostram o exato momento em que o cliente, que deve cerca de R$ 160 mil reais à advogada, entra no local e retira a arma que estava escondida em uma bolsa.

Em seguida ele já aparece armado e começa a efetuar vários disparos contra a vítima, que estava sentada. Desesperada, a mulher se levanta e parte para cima do cliente na tentativa de desarmá-lo. Ainda assim, ela foi alvejada com quatro tiros. No momento da ação, a advogada estava sozinha no escritório.

A luta entre os dois é tensa e muito intensa. Em um dado momento a mulher começa a gritar por socorro, é possível ouvir pela gravação da câmera instalada no escritório. Ela pede para ele soltar a arma, mas ele continua a disparar contra ela.

O escritório da advogada fica dentro de um shopping, em Campos de Goytacazes, e foi possível ouvir os disparos. Os clientes alertaram a segurança do local que foi até o escritório.

O homem ainda tentou fugir, mas foi alcançado pelos seguranças do estabelecimento. Ele foi encaminhado a uma delegacia próximo ao local e, chegando lá, foi descoberto que antes de tentar matar a advogada, o homem já havia agredido a própria namorada.

Advogada se recupera

Do hospital, a advogada tranquiliza parentes, amigos e clientes e conta que ela tem diversas causas desse cliente, por isso seus honorários são um valor alto, inclusive um dos processos é sobre o inventário do pai do cliente. Ela relata que o cliente chegou pedindo revogação da procuração dada a ela, para dar andamento aos processos.

A advogada disse, ainda, que levou um tiro no dedo, que teve que ser reconstruído, um tiro no peito e um no braço.

“Eu consegui tirar, no final, a arma da mão dele. Eu poderia ter tirado a vida dele, mas não fiz, porque não é certo tirar a vida de ninguém. Joguei a arma pela escada”, disse a advogada.

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