Suspeito de armazenar material de abuso sexual infantil tem casa invadida pela polícia

Operação Ciber Querubins cumpriu mandado de busca em Porto Velho; dispositivos e arquivos digitais foram apreendidos e passarão por perícia
Redação Imediato Online
ouça este conteúdo
00:00 / 00:00
1x

Um investigado por suspeita de armazenar material de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes foi alvo de uma operação da Polícia Civil nesta terça-feira (3), em Porto Velho, capital de Rondônia. A ação faz parte de mais uma etapa da Operação Ciber Querubins, que combate crimes de exploração e violência sexual infantojuvenil praticados no ambiente digital.

O mandado de busca e apreensão foi cumprido por equipes da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC). Durante a diligência, os policiais recolheram materiais digitais que poderão ajudar a esclarecer a suspeita investigada.

Os equipamentos e arquivos apreendidos serão submetidos a exames técnicos. A perícia deverá verificar a existência de conteúdos relacionados ao abuso sexual infantojuvenil, além de identificar possíveis elementos que contribuam para o avanço das investigações.

O material é conhecido internacionalmente pela sigla CSAM (Child Sexual Abuse Material), expressão utilizada para identificar registros de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

Investigação permanente

A Operação Ciber Querubins integra uma linha permanente de atuação da Polícia Civil de Rondônia, por meio da DRCC, voltada à identificação de pessoas suspeitas de envolvimento em crimes sexuais contra crianças e adolescentes na internet.

Em junho deste ano, a Polícia Civil realizou a primeira fase identificada como Ciber Querubins-I. Na ocasião, três pessoas foram investigadas e mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Porto Velho e Ji-Paraná. As diligências também contaram com o apoio do Laboratório de Tecnologia contra Crimes Cibernéticos (Ciberlab).
Rondonoticias+2

A investigação busca reunir provas digitais para esclarecer possíveis crimes e identificar responsabilidades. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre eventual prisão do investigado nesta nova etapa.

As apurações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil.

Carregar Comentários