O cancelamento de um voo da Gol neste sábado (24), véspera do segundo turno das Eleições 2026, provocou reclamações de passageiros e questionamentos nas redes sociais sobre possíveis impactos no deslocamento de eleitores.
A ocorrência confirmada envolveu o voo G3 1979, que faria o trajeto entre Porto Alegre (RS) e Salvador (BA). Segundo informações divulgadas pela companhia, os passageiros afetados foram reacomodados em outras aeronaves.
Além desse caso, passageiros e usuários das redes sociais relataram que outros voos entre o Sul e o Nordeste teriam sido afetados, com remarcações para domingo (25), dia da votação. Até o momento, porém, essas denúncias não confirmam a existência de cancelamentos em massa.
Anac não identificou anormalidades
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que não foram identificadas anormalidades no fluxo aéreo doméstico do país, contrariando publicações que apontavam uma suspensão generalizada de voos da Gol com destino ao Nordeste.
A proximidade do segundo turno ampliou a repercussão do caso, diante da preocupação de passageiros que precisam viajar para chegar aos seus locais de votação. Entretanto, não há confirmação de que o cancelamento registrado tenha sido motivado por questões eleitorais ou de que tenha ocorrido com o objetivo de impedir eleitores de votar.
Os relatos sobre outros voos ainda precisam ser verificados individualmente, incluindo as razões para eventuais cancelamentos e alterações de itinerário.
O caso reforça a importância de apurar as denúncias e esclarecer se houve outros transtornos que possam ter afetado o deslocamento de passageiros na véspera da eleição.