Imagens de câmeras de segurança mostram momentos que antecederam a ocorrência em que um homem manteve o próprio filho, de 1 ano, como refém dentro de uma residência, na manhã desta quarta-feira (14), em Manaus. A situação mobilizou equipes da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), incluindo a Força Tática, a Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) e o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).
Nas gravações, é possível ver a chegada de um carro com a mulher, a criança e o homem apontado como pai do menino. Em seguida, a mulher aparenta tentar se afastar, mas é puxada pelo homem para dentro da residência junto com a criança.
Pouco depois, as imagens mostram a mulher saindo correndo do imóvel em direção à rua, aparentemente em busca de ajuda. A sequência registrada pelas câmeras revela momentos de tensão antes da mobilização das equipes de segurança.
Polícia foi acionada para atender à ocorrência
Conforme informações preliminares divulgadas durante a ocorrência, o homem teria mantido o filho e o padrasto da criança dentro da residência contra a vontade deles. A suspeita inicial é de que o episódio esteja relacionado à não aceitação do fim do relacionamento com a mãe do menino.
Segundo informações publicadas durante o acompanhamento do caso, o suspeito estaria armado com uma faca. A Polícia Militar isolou a área e mobilizou equipes especializadas para negociar a liberação das vítimas.
O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foram acionados para prestar assistência. A mãe da criança recebeu atendimento após sair do imóvel.
Suspeito se entregou após negociação
Após aproximadamente três horas de negociação, o homem se entregou às forças de segurança. A criança foi retirada da residência e encaminhada para receber atendimento médico.
A ocorrência mobilizou equipes especializadas, que atuaram para garantir a liberação das vítimas e controlar a situação.
O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes. Informações sobre eventuais medidas judiciais anteriores e relatos de possíveis agressões precisam ser confirmados oficialmente.
Veja o vídeo: