A morte de Agatha Luna Rodrigues do Nascimento, de 1 ano e 11 meses, após atendimento no Hospital da Criança, na Zona Oeste de Manaus, gerou revolta e pedidos de esclarecimento por parte da família.
Segundo o pai da menina, Jonatan Eduardo, Agatha apresentava dores na barriga e havia sido atendida anteriormente em outra unidade de saúde. Ele afirma que, após receber soro, a criança apresentou melhora e chegou ao Hospital da Criança consciente, interagindo com os pais e ainda brincando.
A família relata que, após a entrada na unidade, a menina passou a receber medicamentos e foi submetida a procedimentos médicos. O pai questiona a quantidade de medicações administradas e afirma que avisou à equipe que a filha já havia recebido remédios anteriormente.
Ainda de acordo com Jonatan, em determinado momento ele entrou na sala e encontrou profissionais realizando manobras de reanimação na criança. Depois, ele e a mãe, Pamela Rodrigues, foram informados sobre a morte da filha.
Família cobra explicações sobre causa da morte
Além do atendimento, os pais também questionam as informações recebidas sobre a causa do óbito.
Jonatan afirmou, durante transmissão ao vivo do Site Imediato, que a família recebeu explicações diferentes ao longo do atendimento e que ainda buscava acesso a exames e documentos médicos, incluindo um raio-X.
A família também registrou boletim de ocorrência e procurou novamente o hospital em busca da documentação relacionada ao atendimento.
Durante a live, uma atendente informou que os documentos deveriam ser solicitados ao setor responsável e que, por causa do fim de semana e do feriado, o atendimento para liberação seria retomado na terça-feira (8).
Os pais agora pedem que o caso seja investigado para esclarecer quais procedimentos foram realizados, quais medicamentos foram administrados e o que provocou a morte da criança.
Até o momento, não há conclusão oficial que comprove negligência médica. A acusação parte da família, e as circunstâncias da morte ainda deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
A reportagem procurou a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) e solicitou esclarecimentos sobre o atendimento prestado à criança, os procedimentos realizados e as circunstâncias da morte. Até a publicação desta matéria, a pasta ainda não havia enviado resposta. O espaço permanece aberto para manifestação.
Eu só destacaria uma coisa: no link interno, o texto âncora fala “Hospital da Criança”, mas o destino parece ser uma matéria de Boa Vista. Se for outro hospital, melhor trocar o link para não gerar erro de contexto.