A Polícia Civil do Pará prendeu, nesta quarta-feira (12), um homem suspeito de envolvimento na morte do professor Augusto César Siqueira, de 55 anos, em Belém. O investigado foi localizado no município de Canaã dos Carajás, no sudeste do Pará, durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva.
VEJA O VÍDEO DA PRISÃO DO SUSPEITO:
Segundo a Polícia Civil, o homem é investigado por homicídio qualificado por motivo torpe e pelo meio que dificultou a defesa da vítima. Após ser preso e passar pelos procedimentos legais, ele confessou o crime e permanece à disposição da Justiça.
A prisão foi realizada por equipes da Seccional da Marambaia, com apoio do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI), do Grupo de Trabalho de Facções (GTF), vinculado ao Núcleo de Investigação Policial (NIP), e da Delegacia de Canaã dos Carajás.
Professor foi encontrado morto dentro de casa
O crime aconteceu no dia 7 de julho, em uma residência localizada na Rua Santarém, no conjunto Médici II, bairro da Marambaia.
Augusto César Siqueira era professor e servidor público em Altamira, no sudoeste do Pará, e estava em Belém durante o período de férias. Ele havia alugado o imóvel para passar uma temporada na capital.
A proprietária da casa encontrou o professor morto após estranhar a falta de contato com ele. O corpo estava na sala e apresentava ferimentos na região da cabeça.
Na época, informações junto à Polícia Científica apontaram que a vítima morreu após sofrer pancadas na cabeça e no rosto provocadas por um objeto pesado.
Suspeito teria conhecido professor por aplicativo
As investigações apontaram ainda que Augusto e o suspeito teriam se conhecido por meio de um aplicativo de relacionamento.
Segundo relatos de moradores, o professor teria sido visto acompanhado de um homem aparentemente jovem na residência. Essa pessoa teria deixado o imóvel na tarde do dia 6 de julho, um dia antes de o corpo ser localizado.
A partir das investigações, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do suspeito, que acabou localizado em Canaã dos Carajás.
Investigação continua
Com a prisão e a confissão, a Polícia Civil deve continuar apurando as circunstâncias do homicídio, incluindo a motivação apontada no inquérito e a dinâmica do crime. A corporação informou que o investigado permanece à disposição da Justiça para os procedimentos legais.