Influenciadora foi barrada ao gravar publicidade na Rua da Copa, no Alvorada, em Manaus. Qual a sua opinião?

Organização do espaço comunitário afirmou que gravações comerciais precisam contribuir financeiramente com os custos da decoração montada pelos moradores
Redação Imediato Online
ouça este conteúdo
00:00 / 00:00
1x

A influenciadora digital Laine Andrade afirmou nas redes sociais que foi impedida de gravar publicidade na tradicional Rua da Copa, localizada no bairro Alvorada 1, zona centro-oeste de Manaus. Segundo o relato, a organização do espaço informou que seria necessário realizar um pagamento para utilizar o cenário em conteúdos comerciais.

O caso ganhou repercussão após a criadora de conteúdo publicar um desabafo sobre a situação. De acordo com Laiaane, a cobrança ocorreu no momento em que tentava produzir material publicitário utilizando a decoração montada pelos moradores da comunidade.

Após a repercussão, a página oficial da Rua da Copa se pronunciou e explicou o motivo da medida. Em publicação nas redes sociais, os organizadores afirmaram que a decoração foi construída com recursos arrecadados pelos próprios moradores, além de campanhas e bingos realizados para financiar o projeto.

“A questão é: muita gente tá vindo gravar publi comercial. Há 3 meses atrás estávamos rodando essa Manaus toda atrás de patrocínio, pra comprar bandeirinhas. Fazemos bingos todos os domingos pra arrecadar fundos pra rua”, informou a organização.

Os responsáveis pelo espaço afirmaram ainda que o objetivo não é impedir visitantes de fotografar ou gravar vídeos pessoais, mas cobrar contrapartida de empresas, marcas e influenciadores que utilizem o local para ações comerciais e publicidade.

“Agora que a rua tá 70% pronta querem ganhar dinheiro com publicidade em cima da nossa rua?”, questionou o perfil oficial da comunidade.

O episódio dividiu opiniões nas redes sociais. Parte dos internautas apoiou os moradores, alegando que o trabalho coletivo exige investimento financeiro e esforço comunitário. Outros usuários criticaram a cobrança em uma via pública e defenderam que o espaço deve permanecer livre para gravações.

Até o momento, a organização mantém o posicionamento de que produções com finalidade comercial devem colaborar financeiramente com o fundo comunitário responsável pela manutenção da Rua da Copa.

Veja:

 

Carregar Comentários