Moradores da Rua Alto Paraná, antiga Rua Irã, localizada no bairro Gilberto Mestrinho, na Zona Leste de Manaus, denunciam a precariedade da infraestrutura e cobram, com urgência, serviços de asfaltamento e manutenção da via, que segundo a comunidade, enfrenta problemas há anos sem solução.
A equipe de reportagem esteve no local e registrou a situação relatada pelos residentes, que descrevem um cenário de abandono. A rua está tomada por buracos em diferentes trechos, o que dificulta a passagem de veículos e coloca em risco motoristas, motociclistas e pedestres que precisam utilizar diariamente o acesso.
De acordo com os moradores, a situação já provocou diversos transtornos, incluindo acidentes envolvendo motocicletas e carros que acabam ficando atolados ao tentar subir ou descer a via. Em alguns pontos, a própria comunidade precisou improvisar a passagem utilizando madeiras e outros materiais para tentar garantir o deslocamento mínimo de veículos.

Além dos riscos de acidentes, os moradores relatam dificuldades no acesso a serviços essenciais. Segundo eles, veículos de emergência, como ambulâncias, e até carros de aplicativo enfrentam dificuldades para entrar na rua devido às más condições da pavimentação, o que pode comprometer atendimentos urgentes.
Outro problema apontado é o agravamento da situação durante o período chuvoso. Com as fortes chuvas, a via fica ainda mais comprometida, com acúmulo de água e arraste de lixo, tornando a circulação ainda mais perigosa. Moradores também relataram que uma estrutura de muro na área acabou cedendo após uma chuva intensa, aumentando a preocupação com a segurança de residências próximas.

A comunidade afirma que já fez diversas solicitações ao poder público ao longo dos anos, mas até o momento não houve uma solução definitiva. Eles pedem que equipes da prefeitura realizem uma intervenção imediata, com recuperação do asfalto e melhorias na drenagem, para garantir melhores condições de mobilidade e segurança no bairro.
Enquanto aguardam uma resposta, os moradores seguem convivendo com os transtornos e improvisando alternativas para conseguir circular pela via.
Fotos: Johnnata Reis / Imediato