Marcellus Campêlo é empossado como imortal da ALACA em solenidade no ICBEU

Gestor público é empossado como imortal da Academia de Literatura, Arte e Cultura da Amazônia em cerimônia no ICBEU.
Redação Imediato Online
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Reconhecido por sua atuação na literatura e na cultura, o gestor público agora ocupa a cadeira 333 da Academia de Literatura, Arte e Cultura da Amazônia

Em uma noite marcada por emoção e reconhecimento, o secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb) e da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), Marcellus Cam pêlo, foi oficialmente empossado como imortal da Academia de Literatura, Arte e Cultura da Amazônia (ALACA). A solenidade aconteceu na noite desta segunda-feira (23), na Biblioteca do Instituto Cultural Brasil – Estados Unidos (ICBEU), no Centro de Manaus.

Durante a cerimônia, Campêlo recebeu o título honorífico de imortal, concedido pela instituição em reconhecimento à sua contribuição significativa como escritor e incentivador das artes e da cultura no Amazonas. Ele passou a ocupar a cadeira de número 333, entrando para o seleto grupo de membros efetivos e perpétuos da academia.

O evento reuniu autoridades, artistas, escritores e representantes do meio cultural amazonense. Em seu discurso de posse, Marcellus destacou a importância da cultura como instrumento de transformação social e reforçou seu compromisso com a valorização da identidade amazônica.

“Receber esse título é uma honra imensa. A arte e a cultura sempre foram parte essencial da minha trajetória, e estar entre os imortais da ALACA é uma responsabilidade que assumo com gratidão e entusiasmo”, declarou.

Com trajetória consolidada na vida pública desde os anos 2000, Marcellus Campêlo já comandou diversas secretarias da Prefeitura de Manaus e atualmente integra o Governo do Estado do Amazonas. Paralelamente à atuação política e administrativa, ele desenvolve trabalhos autorais nas áreas de literatura, artes visuais e produção cultural.

A ALACA tem como missão o fortalecimento da literatura, das artes e da cultura da Amazônia. Inspirada na tradição da Academia Brasileira de Letras, a instituição adota um rito de sucessão simbólico para suas cadeiras, que só são ocupadas após a vacância oficial por falecimento de seus titulares.

Fotos: Tarcísio Heden / Imediato

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