MANAUS-AM | Arthur Fagner da Silva, um biomédico de 33 anos, foi assassinado com uma facada que de acordo com o Instituto Médico Legal (IML) o golpe atingiu os pulmões e vasos sanguíneos próximos ao coração, causando sua morte por hemorragia. Uma camisa vermelha da Nike, encontrada sobre seu corpo, pode ter sido usada pelo agressor para cobrir a perfuração e está sendo analisada para a busca de DNA.
Vinícius Heiringer dos Santos, de 23 anos, é o principal suspeito do crime. Imagens mostram que ele usava uma camisa semelhante à encontrada na cena do crime e estava com a motocicleta da vítima. A justiça emitiu um mandado de prisão contra Vinícius, que está sendo procurado pela Polícia Civil.
Na manhã de sábado (24), a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) pediu à população que ajude na localização de Vinícius. Informações podem ser enviadas para o número (92) 98118-9535 ou pelo disque-denúncia 181. O delegado Ricardo Cunha afirmou que a identidade dos denunciantes será mantida em sigilo.
Relembre o caso
Segundo a polícia, o biomédico Arthur Fagner da Silva estava desaparecido desde segunda-feira (19), quando foi visto pela última vez saindo de uma festa em uma casa noturna na Avenida do Turismo, no mesmo bairro onde cadáver dele foi encontrado.
O Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia Especializada em Ordem Política e Social (Deops) relata que Arthur foi visto saindo do estabelecimento durante a madrugada. Desde então, ele não foi mais visto e não retornou para sua casa.
Somente nesta quinta-feira (22), a família de Arthur identificou seu corpo no Instituto Médico Legal (IML), após a ampla repercussão do seu desaparecimento.
No dia em que o corpo do biomédico foi encontrado, ele estava com uma camisa vermelha enrolada no pescoço e em avançado estado de decomposição.
O biomédico foi velado na sexta-feira (23). Em uma rede social, a família emitiu um comunicado pedindo que as pessoas que estavam com Arthur na festa, no dia do desaparecimento dele, não comparecessem ao velório. “Por favor, respeitem”, escreveram.
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