Manaus – Na tarde desta quarta-feira (9) o Ministério Público Federal (MPF) falou sobre a apuração de possíveis irregularidades em fiscalizações de órgãos estatais nos portos da capital e consequentes interferências na repressão de crimes ambientais no Amazonas, considerando as ilegalidades durante as investigações da Operação Arquimedes.
O Ministério Público Federal vem estabelecendo estratégias de enfrentamento conjunto dos ilícitos identificados na Operação Arquimedes. O órgão destacou que também trabalha no reforço e aprimoramento da fiscalização estatal sobre infrações e crimes envolvendo o comércio exterior e de cabotagem que transitem pelo Amazonas.
O procurador da República, Leonardo Galiano destacou que as ações de reforço a segurança das áreas portuárias de Manaus tem como objetivar tornar essa peneira muito mais efetiva. A intensão é conseguir identificar infrações como extravio de madeira ilegal, drogas, ouro, pescado, entre outros. De acordo com o procurador, essas falhas de fiscalização tem refletido diretamente nas folhas tributárias do governo federal.
Participaram da reuniões representantes da Polícia Federal, Receita Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Secretaria Estadual de Fazenda do Amazonas (Sefaz), Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), coordenador da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de representantes dos dois portos de Manaus (Porto Chibatão e Porto Superterminais).
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