MANAUS-AM | O presidente do Grupo Samel, Luiz Alberto Nicolau, lamentou, em um vídeo que vem circulando nas redes sociais, o fechamento do Hospital de Campanha montado pelo grupo e iniciativa privada para a Prefeitura de Manaus no primeiro pico da pandemia de Covid-19 no Amazonas.
No vídeo, Nicolau argumenta que, por irresponsabilidade da Prefeitura de Manaus, o Hospital de Campanha Gilberto Novaes foi fechado. Segundo ele “Se nós tivéssemos com esse hospital funcionando, nós não estaríamos no caos que estamos vivendo hoje na saúde na cidade de Manaus”, concluiu.
O hospital de campanha foi inaugurado em 13 de abril e desativado em 15 de junho. A prefeitura alegou que a desmontagem se dava pela queda de casos da doença e que o hospital voltaria a funcionar como escola. Foi quando também acabou a parceria com o grupo Samel, cujo o presidente, Luiz Alberto Nicolau, acusou Arthur de ter usado a unidade de saúde para fazer “publicidade”.
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Em junho, o Hospital de Campanha Gilberto Novaes passou a ser gerido integralmente pela Prefeitura de Manaus. À época, o prefeito Arthur Neto informou que manteria o hospital até que os serviços não fossem mais necessários. A Prefeitura de Manaus encerrou, oficialmente, em uma terça-feira (23/06), as atividades do hospital de campanha municipal, localizado no Lago Azul, zona Norte da capital, após gastar o total de R$ 34.616.235,27 para colocar o hospital em ação por 71 dias. LEIA MAIS!
“Sou muito grato à Samel e ao instituto Transire, porque fizemos a diferença nesse período da pandemia, oferecendo o desafogo necessário ao sistema de saúde estadual que estava em colapso. Salvamos vidas, ajudamos a cidade em um momento muito difícil e a prefeitura assume, a partir daqui, até o momento que não sejam mais necessários os serviços do hospital de campanha”, afirmou o prefeito.
Em setembro, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB) foi criticado sem piedade pelos internautas. Ele defendeu o bloqueio total das atividades na capital do Amazonas para conter o avanço do novo coronavírus (Covid-19). Mas aí, imediatamente, o mesmo começou a ser questionado sobre o Hospital de Campanha de Manaus, fechado com apenas 71 dias de funcionamento. LEIA MAIS!