Brasil I O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Polícia Federal tome os depoimentos dos ministros Augusto Heleno, Luiz Eduardo Ramos e Braga Netto, da deputada federal Carla Zambelli e de seis delegados da Polícia Federal.
Os depoimentos fazem parte do inquérito que investiga as declarações do ex-ministro Sergio Moro, que, ao deixar o cargo, fez acusações contra o presidente Jair Bolsonaro, sem contudo apresentar nenhuma prova cabal.
Na condição de testemunhas, tanto os ministros citados (todos eles generais das forças armadas brasileiras) quanto a deputada federal tem o direito de escolher a data e horário para o depoimento.
Conforme a decisão de Celso de Mello, caso os ministros-generais não apareçam para depor eles estarão sujeitos à condução coercitiva, “como qualquer cidadão, não importando o grau hierárquico que ostentem no âmbito da República”.
A decisão está sendo vista como uma afronta aos generais próximos a Bolsonaro, em mais um episódio da guerra de forças do STF com o Executivo Federal.
Resta saber quais policiais terão a coragem de tentar conduzir coercitivamente militares da mais alta patentes das forças armadas brasileiras.
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