Brasil I Nesta segunda-feira (6), o ministro da saúde Henrique Mandetta, esteve ameaçado de demissão, mas permanecerá no cargo, segundo participantes da reunião no final da tarde no Palácio do Planalto à qual Mandetta e outros ministros do governo estiveram presentes.
O motivo que levou o presidente Jair Bolsonaro a cogitar a exoneração de Mandetta foram as divergências públicas de ambos a respeito das estratégias para conter a velocidade do contágio pelo novo coronavírus. Bolsonaro é a favor do “isolamento vertical”, ou seja, isolar as pessoas do grupo de risco. Para o ministro o isolamento amplo, já adotado por governadores, é a melhor recomendação para as pessoas nesse momento de pandemia.
Durante reunião no Palácio do Planalto, a reação contra a saída do ministro foi bastante forte.
Auxiliares militares do governo se manifestaram contra a demissão. Esses auxiliares disseram ao presidente que “o pior” cenário seria demitir o ministro em meio à crise do coronavírus.
A bancada da Saúde no Congresso também manifestou unânime apoio ao ministro, assim como os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-SP).
Fonte: G1
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