Apoiadores de Flávio Bolsonaro levam míssil inflável com pedido de ataque nuclear ao Brasil

Objeto com a frase “Trump nuke Brazil” foi exibido durante ato na Avenida Paulista, que reuniu cerca de 71,9 mil pessoas, segundo estimativa de pesquisadores.
Redação Imediato Online
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Apoiadores do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) levaram um míssil inflável com uma mensagem pedindo que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ataque o Brasil com armas nucleares durante uma manifestação realizada neste domingo (18), na Avenida Paulista, em São Paulo. Imagens que circulam nas redes sociais mostram participantes tentando erguer o objeto, que trazia a frase “Trump nuke Brazil”, em referência a um ataque nuclear contra o país.

Batizado de “Bloco 22”, o ato reuniu aproximadamente 71,9 mil pessoas, segundo estimativa do Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e da organização More in Common. A maior parte dos participantes vestia camisas da seleção brasileira e carregava bandeiras do Brasil e materiais com o número eleitoral de Flávio Bolsonaro.

Também foram vistas bandeiras que combinavam símbolos dos Estados Unidos, do Brasil e de Israel. Antes do início dos discursos, a organização pediu que bandeiras de outros países fossem recolhidas, afirmando que o ato era dedicado à nação brasileira.

Flávio Bolsonaro discursou na Paulista
Flávio chegou à avenida por volta das 11h15 e discursou às 12h30, após os participantes rezarem o Pai-Nosso a pedido do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Durante sua fala, Nikolas criticou o PT e manifestou apoio à candidatura de Flávio.

O senador afirmou que pretendia encerrar o ciclo de governos petistas e declarou que esperava ver seu pai, Jair Bolsonaro, novamente na Presidência da República, com a faixa presidencial sendo entregue ao filho.

Pouco depois das 13h, antes de encerrar a manifestação, Flávio voltou a falar e mencionou o debate eleitoral da Rede Bandeirantes, previsto para a noite de domingo. Ele também elogiou a esposa, Fernanda, e afirmou que pretendia dedicar sua vida ao país.

Ao final, o senador repetiu o lema associado ao bolsonarismo: “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos”.

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