O pocket park na Zona Sul de Porto Velho está sendo construído em um espaço que, até pouco tempo atrás, era marcado pelo abandono, acúmulo de lixo e poeira. Localizado no cruzamento das ruas Algodoeiro e Abacateiro, o ponto passa por uma transformação para se tornar um novo espaço de convivência para os moradores da região.
A novidade foi anunciada em uma publicação nas redes sociais de Leo Moraes. O projeto prevê uma área urbanizada, com paisagismo, bancos, iluminação subterrânea e um Jardim de Chuva inteligente, proposta que alia a criação de um ambiente de convivência a uma solução para o manejo da água da chuva.
A árvore que já existia no local foi mantida no projeto. A ideia é aproveitar a sombra proporcionada pela espécie e criar ao redor dela um ambiente mais organizado, bonito e agradável para quem circula pela região.
De ponto esquecido a espaço de convivência
O projeto muda completamente a aparência de uma área que era pouco aproveitada pelos moradores.
Com a instalação de bancos e a melhoria do paisagismo, o espaço deverá ganhar uma nova função no cotidiano da comunidade, podendo ser utilizado para descanso, encontros e momentos de convivência.
A proposta dos chamados pocket parks é justamente aproveitar pequenas áreas urbanas e transformá-las em espaços públicos de permanência, mesmo quando não há espaço para a criação de grandes praças.
Jardim de Chuva será um dos diferenciais
Entre os elementos previstos está o Jardim de Chuva, uma estrutura planejada para auxiliar na absorção e no direcionamento da água das precipitações.
Além da função ambiental, a solução será incorporada ao paisagismo do novo espaço, contribuindo para deixar a área mais agradável.
A iluminação subterrânea também faz parte do projeto e deve ajudar a valorizar o ambiente durante a noite.
Nome ainda é segredo
A entrega do novo espaço está próxima, mas o nome oficial ainda não foi divulgado.
Segundo o anúncio, a denominação será revelada em breve, mantendo o suspense sobre como o novo recanto da Zona Sul será conhecido pelos moradores.
Enquanto a obra avança, a expectativa é que o antigo espaço tomado por lixo e poeira dê lugar a uma área pública mais bonita, funcional e integrada à rotina de quem vive na região.