Rondônia é o estado brasileiro com a maior proporção de domicílios que têm pelo menos um cachorro, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o levantamento, 64,8% dos domicílios rondonienses tinham pelo menos um cão. O percentual está bem acima da média nacional, que era de 46,1%.
Na prática, os números indicam que, em Rondônia, cerca de dois em cada três domicílios conviviam com pelo menos um cachorro no período pesquisado.
RONDÔNIA NO TOPO
O estado aparece à frente de outras unidades da Federação com altos índices de presença de cães nos lares. Na sequência estão Mato Grosso do Sul, com 61,5%, e Mato Grosso, com 61,2%.
A diferença entre Rondônia e a média brasileira chega a 18,7 pontos percentuais.
Apesar do destaque, o levantamento mede a proporção de domicílios que possuem pelo menos um cachorro, e não a quantidade média de animais por residência. Portanto, os dados não significam que Rondônia tenha necessariamente o maior número de cães por habitante.
NORDESTE TEM MENORES ÍNDICES
Na outra ponta do levantamento aparecem estados da Região Nordeste.
Alagoas registrou o menor percentual do país, com 34% dos domicílios tendo pelo menos um cachorro. Em seguida aparecem Pernambuco, com 34,2%, e Sergipe, com 34,7%.
A diferença entre Rondônia e Alagoas é de 30,8 pontos percentuais, evidenciando a variação regional na presença de cães nos domicílios brasileiros.
RANKING
Entre os estados com os maiores percentuais de domicílios com pelo menos um cachorro estão:
Rondônia: 64,8%
Mato Grosso do Sul: 61,5%
Mato Grosso: 61,2%
Já os menores índices foram registrados em:
Alagoas: 34,0%
Pernambuco: 34,2%
Sergipe: 34,7%
DADOS DE 2019
Os números fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, realizada pelo IBGE. Embora os dados sejam referentes àquele ano, o levantamento é uma referência oficial para comparar a presença de cães nos domicílios das diferentes unidades da Federação.
O estudo considera a existência de pelo menos um cachorro no domicílio, permitindo observar como a presença desses animais varia entre as regiões e estados brasileiros.