O homem recém-saído do Iapen executado a tiros em Macapá foi identificado como Flávio Lucas Pacheco França, de 26 anos, conhecido como “Gordinho”. Ele foi morto a tiros na noite desta quarta-feira (26), no bairro Brasil Novo, na Zona Norte da capital, apenas 12 dias depois de deixar o sistema penitenciário.
Segundo as informações divulgadas sobre o caso, Flávio respondia por processos relacionados aos crimes de homicídio e roubo e havia saído do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) pouco antes de ser assassinado.
Teria sido levado até o local
As primeiras informações apontam que Flávio teria sido levado de carro até uma área do bairro Brasil Novo. Depois, ele foi atingido por vários disparos de arma de fogo.
Moradores relataram ter ouvido uma sequência de tiros durante a noite. Após os disparos, a vítima foi encontrada já sem vida.
Até o momento, não há informações confirmadas sobre quantas pessoas participaram da ação ou sobre o veículo utilizado pelos suspeitos.
Crime chama atenção pela proximidade com saída do Iapen
O assassinato aconteceu apenas 12 dias após Flávio deixar o sistema penitenciário, circunstância que passou a ser um dos pontos de atenção da investigação.
Apesar do histórico criminal atribuído à vítima, a motivação para o assassinato ainda não foi esclarecida pelas autoridades.
A polícia deverá investigar se a execução foi planejada, quem levou Flávio até o local e se o crime possui relação com conflitos anteriores ou com alguma situação envolvendo o período em que ele esteve preso.
Imagens podem ajudar na investigação
A busca por imagens de câmeras de segurança da região deve ser uma das linhas utilizadas pelos investigadores.
Gravações podem ajudar a identificar o veículo que teria levado a vítima ao local, além de apontar possíveis rotas utilizadas pelos suspeitos antes e depois do crime.
Testemunhas que tenham presenciado alguma movimentação suspeita também podem contribuir com as investigações.
O caso deverá ser apurado pela Polícia Civil do Amapá, que trabalha para identificar os responsáveis e esclarecer a motivação do assassinato.
Até o momento, ninguém foi preso pelo homicídio