A UNNESA apresentou documentos bancários e contábeis às autoridades para comprovar a origem de cerca de R$ 2 milhões em dinheiro vivo apreendidos pela Polícia Federal durante uma ação realizada na última segunda-feira, em Porto Velho.
A quantia foi localizada pelos agentes dentro de um veículo, logo após o saque em uma agência bancária da capital. A ação faz parte de uma investigação que apura uma possível prática de lavagem de dinheiro.
Segundo a Polícia Federal, o grupo vinha sendo monitorado por meio de um trabalho de inteligência. O veículo que transportava o dinheiro também era acompanhado por seguranças armados. Durante a abordagem, os escoltas tentaram fugir, mas foram localizados posteriormente pelas equipes policiais.
Nesta quarta-feira, a UNNESA informou que apresentou espontaneamente às autoridades documentos para demonstrar a legalidade da movimentação financeira.
De acordo com a instituição, o dinheiro foi retirado de uma conta bancária da própria UNNESA, com movimentações registradas pelo banco e pela contabilidade da entidade, segundo os procedimentos previstos na legislação.
A instituição também informou que o saque foi realizado pelo diretor financeiro, Mário Leonir Schwaab, que, conforme a nota divulgada, exerce a função há mais de 15 anos. Ainda segundo a UNNESA, o próprio diretor transportava o dinheiro da agência bancária até a sede da instituição.
A entidade afirma que toda a operação financeira ocorreu de maneira regular e transparente e que os documentos apresentados devem auxiliar no esclarecimento dos fatos.
Apesar da manifestação da UNNESA, a Polícia Federal mantém a investigação para verificar a origem, o destino e a finalidade dos recursos, além de apurar se houve eventual prática de lavagem de dinheiro ou outros crimes.
O caso segue sob investigação e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço do inquérito.
O Imediato acompanha o caso e trará novas informações assim que houver atualizações oficiais.