Mãe de criança autista acusa professora de agredir seu filho em escola no Petrópolis

Família denuncia que criança autista não verbal de 10 anos foi agredida por professora em sala de recursos; mãe pede justiça
Redação Imediato Online
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Uma família denunciou um caso de suposta agressão contra uma criança autista de 10 anos dentro de uma escola municipal. O episódio teria ocorrido nesta semana e revoltou parentes do aluno, que agora cobram investigação e providências das autoridades.

De acordo com o relato da família, a avó do menino estava na escola para acompanhar o neto e decidiu ir até a sala onde ele estava para tirar uma foto e enviar para a mãe da criança. Ao abrir a porta, ela afirma ter presenciado a professora agredindo o aluno.

Segundo a avó, a educadora estaria batendo no rosto da criança no momento em que ela entrou na sala. Ao questionar a atitude, a professora teria alegado que o menino a havia agredido primeiro.

Ainda conforme o relato, após a discussão, a professora teria fechado a porta da sala, deixando a avó dentro do local por alguns instantes. A situação só teria sido resolvida após a chegada de funcionários da escola.

A mãe da criança afirmou que o filho é autista e não verbal e que a sala onde ocorreu o episódio deveria ser um espaço de apoio para estudantes com necessidades especiais.

“Se a minha mãe não tivesse pego, ninguém ia acreditar”, disse a mãe.

Segundo ela, quando chegou à escola, encontrou o filho em crise, chorando e gritando por causa do que teria acabado de acontecer.

A mãe relatou ainda o sentimento de revolta diante da situação e afirmou que pretende lutar para que o caso seja investigado.

“Eu quero justiça pelo meu filho. Eu vou até o fim por ele”, declarou.

De acordo com a família, o menino nem seria aluno direto da professora, e teria sido levado por ela para realizar atividades antes do episódio.

O caso gerou indignação entre familiares e pessoas que tiveram conhecimento da denúncia. A família pede que haja apuração rigorosa dos fatos e responsabilização, caso a agressão seja confirmada.

Até o momento, não há posicionamento oficial divulgado pela escola ou pela secretaria responsável sobre o caso.

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