Bebê de 11 meses e pai são vítimas de racismo por mulher através de áudios enviados pelo WhatsApp: ‘Não sabia que macaco sabia falar’, dispara

Um caso de racismo registrado na última segunda-feira, por volta das 5h da manhã, gerou indignação e revolta após uma mulher identificada como Maria Feijó enviar áudios com ofensas direcionadas a um homem e à filha dele, uma bebê de apenas 11 meses.
Redação Imediato Online
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Um caso de racismo registrado na última segunda-feira, por volta das 5h da manhã, gerou indignação e revolta após uma mulher identificada como Maria Feijó enviar áudios com ofensas direcionadas a um homem e à filha dele, uma bebê de apenas 11 meses.

Segundo relato da mãe da criança, a família nunca teve qualquer contato com a suspeita. Mesmo assim, a mulher passou a encaminhar mensagens por meio do WhatsApp com ataques racistas contra o pai da criança e contra a própria bebê.

Nos áudios, a suspeita profere declarações preconceituosas, associando pessoas negras a criminosos e utilizando termos ofensivos ao se referir à família. O conteúdo foi apresentado durante transmissão jornalística e está sendo usado como prova.

Revolta da família
A mãe da criança afirmou que ficou profundamente abalada, principalmente por a filha, que ainda não fala, ter sido alvo das agressões.

“Eu nunca vi essa mulher. Ela mandou esses áudios terríveis contra meu esposo e contra minha bebê”, declarou.

A família registrou boletim de ocorrência e informou que pretende levar o caso até as últimas consequências para que a responsável responda pelo crime.

Investigação

Racismo

De acordo com a família, a polícia orientou que fossem apresentadas todas as provas, incluindo prints e gravações, para dar andamento ao processo. O caso está em investigação.

No Brasil, o racismo é crime previsto na Lei nº 7.716/89 e pode resultar em pena de reclusão. A legislação considera o crime imprescritível e inafiançável.

A reportagem segue acompanhando os desdobramentos do caso.

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