Polícia Civil prende falso dentista suspeito de estupro e exercício ilegal da profissão em Uarini

Falso dentista é preso por estupro e exercício ilegal da profissão em Uarini, no interior do Amazonas.
Redação Imediato Online
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A Polícia Civil do Amazonas prendeu, na segunda-feira (02), um homem de 49 anos suspeito de estupro e de exercer ilegalmente a profissão de dentista no município de Uarini, a 565 quilômetros de Manaus. A prisão preventiva foi cumprida por equipes da 58ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP).

De acordo com a investigação, o suspeito se apresentava como dentista e atendia pacientes em um consultório particular da cidade. O crime de estupro teria ocorrido em dezembro de 2025, durante uma consulta odontológica realizada com uma paciente de 23 anos.

Segundo a delegada Brenda Viana, a Polícia Civil tomou conhecimento do caso no dia 27 de janeiro deste ano, após a vítima passar por um atendimento médico. Durante a consulta, o profissional de saúde percebeu que a jovem apresentava sinais de abalo emocional e, após uma escuta cuidadosa, ela relatou ter sido vítima de violência sexual.

A partir do relato, a Polícia Civil foi acionada e iniciou imediatamente as diligências. Em depoimento, a vítima apontou que o abuso teria sido cometido pelo homem que atuava como dentista. Com base nas informações reunidas, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva do suspeito, que foi autorizada pela Justiça.

Durante as apurações, os policiais constataram que o homem possui antecedentes criminais, incluindo duas passagens por exercício ilegal da medicina, arte dentária ou farmacêutica, uma condenação por estupro de vulnerável — pela qual já cumpriu pena — e um registro por furto.

O suspeito foi preso na recepção do próprio consultório onde atuava. A Polícia Civil não descarta a existência de outras vítimas e destaca que casos semelhantes podem não ser denunciados por medo ou constrangimento.

O homem responderá pelos crimes de estupro e exercício ilegal da odontologia e permanece à disposição do Poder Judiciário.

Foto: Divulgação PC-AM

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